Literatura e Física
De Metodologia
Ana Moraes (disc | contribs) |
Ana Moraes (disc | contribs) |
||
| Linha 2: | Linha 2: | ||
Ao pesquisar sobre o tema Física e Literatura, dois artigos foram selecionados, no primeiro, Zanetic (2006), cita diversos autores, dentre eles, Edgar Allan Poe (1809-1849) que utilizou em muitos de seus contos conceitos físicos e matemáticos, como em “O mistério de Maria Roget” e “A carta furtada”, nos quais o personagem central é provavelmente o primeiro detetive da ficção policial, C. Augusto Dupin. Já no ensaio Eureka, seu último livro publicado em vida, escrito em 1847-1848, Poe apresentou um longo estudo sobre o método científico e sobre a teoria gravitacional de Isaac Newton, entre outros temas. No segundo artigo, Mecke (s.d.) escreve, entre outros, sobre Pablo Neruda e Ernesto Cardenal: | Ao pesquisar sobre o tema Física e Literatura, dois artigos foram selecionados, no primeiro, Zanetic (2006), cita diversos autores, dentre eles, Edgar Allan Poe (1809-1849) que utilizou em muitos de seus contos conceitos físicos e matemáticos, como em “O mistério de Maria Roget” e “A carta furtada”, nos quais o personagem central é provavelmente o primeiro detetive da ficção policial, C. Augusto Dupin. Já no ensaio Eureka, seu último livro publicado em vida, escrito em 1847-1848, Poe apresentou um longo estudo sobre o método científico e sobre a teoria gravitacional de Isaac Newton, entre outros temas. No segundo artigo, Mecke (s.d.) escreve, entre outros, sobre Pablo Neruda e Ernesto Cardenal: | ||
| − | “Pablo Neruda escreveu em 1954 as "Odes Elementares", que são hinos ou poemas de amor aos acontecimentos e às coisas simples da vida. São composições sobre o átomo, o tempo e o espaço, a energia, as galáxias, o globo e os | + | “Pablo Neruda escreveu em 1954 as "Odes Elementares", que são hinos ou poemas de amor aos acontecimentos e às coisas simples da vida. São composições sobre o átomo, o tempo e o espaço, a energia, as galáxias, o globo e os números. |
| − | + | A antologia poética "Canto Cósmico", de Ernesto Cardenal, publicada em 1989 em Manágua, tem sido lida criticamente, sobretudo por físicos. No prefácio agradece-se mesmo aos físicos do Instituto Max Planck de Astrofísica, em Munique, o apoio fornecido em matérias científicas. Nesta sua "poesia científica", Cardenal canta, entre outras coisas, o nascimento do mundo no Big Bang”. (MECKE, s.d.). | |