KERS

De Metodologia
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<h1>Calor na frenagem:</h1>
 
<h1>Calor na frenagem:</h1>
 
<p>Quando trazemos o assunto KERS, surgem vários questões relevantes sobre o tema, e dentre essas, destacaremos uma interpretação errônea que assombra o conhecimento sobre o funcionamento do KERS. '''Dê onde surge a energia utilizada pelo sistema?'''</p>
 
<p>Quando trazemos o assunto KERS, surgem vários questões relevantes sobre o tema, e dentre essas, destacaremos uma interpretação errônea que assombra o conhecimento sobre o funcionamento do KERS. '''Dê onde surge a energia utilizada pelo sistema?'''</p>
<p>Como aprendemos, a energia total de um sistema se conserva, a energia não surge, ela se transforma. Logo, uma pergunta pertinente poderia ser, ''qual o tipo de energia que se transformou na energia utilizada pelo KERS?'' E não se confunda, talvez exista uma falsa impressão de que a energia aproveitada pelo KERS é provida diretamente pelo calor gerado na frenagem. Verdadeiramente existe essa co-relação entre essas duas modalidades, entretanto, devemos considerar algo muito importante, utilizando o KERS, esse calor não é produzido.</p>
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<p>Como aprendemos, a energia total de um sistema se conserva, a energia não surge, ela se transforma. Logo, uma pergunta pertinente poderia ser, ''qual o tipo de energia que se transformou na energia utilizada pelo KERS?'' Talvez exista uma falsa impressão de que a energia aproveitada pelo KERS é provida diretamente pelo calor gerado pelo sistema de freios durante a frenagem. Verdadeiramente existe essa co-relação entre essas duas modalidades de energia, entretanto, devemos considerar algo muito importante, utilizando o KERS, esse calor não é produzido.</p>
<p>Afirmar que: “a energia armazenada nas baterias do KERS provém diretamente do aquecimento do sistema de freio do veículo”, como fazem alguns repórteres televisivos, está ERRADO. Vamos trabalhar agora considerando um tipo específico de sistema de recuperação denominado '''KERS Elétrico'''. A energia armazenada nas baterias que "alimentam" a propulsão do KERS provém de um gerador que é acoplado ao sistema de tração do veículo (utilizando como referência o KERS Elétrico da F1). Quando esse gerador é acionado, o "arrasto" inerente aos geradores passa a atuar como freio do veículo, lógica e oportunamente quando o piloto pisa no freio. Além do sistema de recuperação elétrico existe o mecânico e híbrido (detalhes no último link). Na frase anterior colocamos o "arrasto" que atua em um gerador, vamos a explicação detalhada detalha. Os geradores são algo "parecido" com os motores elétricos que todos temos em casa, simplificadamente, funcionado de maneira contrária, transformando energia cinética em energia elétrica. Nesse gerador, durante a transformação de energia cinética em energia elétrica, se impele certo arrasto mecânico ao eixo de rotação. Justamente por esse arrasto que precisamos de tanta “força” para gerar energia elétrica, como numa hidrelétrica com a queda d’água, ou numa usina nuclear com o vapor da caldeira.</p>
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<p>Afirmar que: “a energia armazenada nas baterias do KERS provém diretamente do aquecimento do sistema de freio do veículo”, como infelizmente fazem alguns repórteres televisivos, está ERRADO. Vamos trabalhar agora considerando um tipo específico de sistema de recuperação denominado '''KERS Elétrico'''. A energia armazenada nas baterias que "alimentam" o KERS provém de um gerador que é acoplado ao sistema de tração do veículo (utilizando como referência o KERS Elétrico da F1). Quando esse gerador é acionado, o "arrasto" inerente aos geradores elétricos passa a atuar como freio do veículo, lógica e oportunamente quando o condutor aciona o freio. Além do sistema de recuperação elétrico existe outro tipo mecânico e ainda um sistema híbrido (detalhes nos vídeos). Anteriormente colocamos a palavra "arrasto", que atua num gerador, vamos a uma explicação mais detalhada. Os geradores são equipamentos "parecidos" com os motores elétricos que todos temos em casa, simplificadamente, funcionado de maneira contrária, transformando energia cinética em energia elétrica. Nesse gerador, durante a transformação de energia cinética em energia elétrica, se impele certo arrasto mecânico (resistência ao movimento) ao eixo de rotação do motor. Justamente para "vencer" esse arrasto precisamos de tanta “força” para gerar energia elétrica, como na hidrelétrica com a queda d’água, ou na usina nuclear com o vapor da caldeira.</p>
  
<h1>Plano de Aula:</h1>
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<h1>Tipos de KERS:</h1>
<p><b>Disciplina:</b> Física</p>
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<p><b>Série:</b> 3<sup>a</sup> do Ensino Médio</p>
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<table style="border: 2px solid #000; width: 70%;" border="1" cellpadding="10">
 
<table style="border: 2px solid #000; width: 70%;" border="1" cellpadding="10">
 
  <tr>
 
  <tr>
   <td style="width:30%;"><b>Unidade:</b></td>
+
   <td style="width:30%;"><b>Modelo:</b></td>
   <td colspan="2">Exoesqueleto</td>
+
   <td colspan="2">Conponentes</td>
  </tr>
+
   
 
+
 
  <tr>
 
  <tr>
   <td style="width:30%;"><b>Número de aulas:</b></td>
+
   <td style="width:30%;"><b>Elétrico:</b></td>
  <td colspan="2">4 aulas de 50 minutos</td>
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</tr>
+
 
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<tr>
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  <td style="width:30%;"><b>Objetivos específicos:</b></td>
+
 
   <td colspan="2">
 
   <td colspan="2">
 
   <ul>
 
   <ul>
     <li> Pontuar as relações entre os conceitos de força e trabalho.</li>
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     <li> Motor/Gerador eletromagnético.</li>
    <li> Explorar a física do movimento de rotação e apresentar o conceito de torque.</li>
+
     <li> Bateria para armazenar energia.</li>
     <li> Inserir exemplos de aplicações da área de mecatrônica.</li>
+
     <li> Engrenagens de acoplagem ao eixo.</li>
     <li> Discutir os caminhos seguidos juntamente com a relação social aplicada no desenvolvimento de novas tecnologias.</li>
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   </ul>
 
   </ul>
 
   </td>
 
   </td>
Linha 37: Linha 28:
  
 
  <tr>
 
  <tr>
   <td style="width:30%;"><b>Conteúdos:</b></td>
+
   <td style="width:30%;"><b>Mecânico:</b></td>
 
   <td colspan="2">
 
   <td colspan="2">
 
   <ul>
 
   <ul>
     <li>Força</li>
+
     <li> Flywheel. </li>
     <li>Trabalho</li>
+
     <li> Engrenagens de acoplagem ao eixo.</li>
    <li>Rotação</li>
+
    <li>Torque</li>
+
    <li>Força Elétrica (opcional)</li>
+
    <li>Indução Eletromagnética (opcional)</li>
+
    <li>Lei de Lens (opcional)</li>
+
    <li>Motor Elétrico (opcional)</li>
+
 
   </ul>
 
   </ul>
 
   </td>
 
   </td>
 
  </tr>
 
  </tr>
  
<tr>
 
  <td rowspan="5" style="width:30%;"><b>Desenvolvimento metodológico:</b></td>
 
</tr>
 
 
<tr>
 
  <td>Introdução</td>
 
  <td style="width:10%;">50 min</td>
 
</tr>
 
 
<tr>
 
  <td>Aplicação Médica do Exoesqueleto</td>
 
  <td style="width:10%;">50 min</td>
 
</tr>
 
 
<tr>
 
  <td>Aplicação Militar do exoesqueleto</td>
 
  <td style="width:10%;">50 min</td>
 
</tr>
 
 
<tr>
 
  <td>Conclusão</td>
 
  <td style="width:10%;">50 min</td>
 
</tr>
 
 
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Edição de 14h03min de 23 de outubro de 2013

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