KERS

De Metodologia
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Acabamos de perceber, que o KERS faz com que o veículo tenha freios "regenerativos". A energia armazenada, será agora utilizada para movimentar o veículo. Note que em determinada etapa do processo, essa mesma energia armazenada era do tipo cinética, e novamente volta a ser energia cinética (energia de movimento).
 
Acabamos de perceber, que o KERS faz com que o veículo tenha freios "regenerativos". A energia armazenada, será agora utilizada para movimentar o veículo. Note que em determinada etapa do processo, essa mesma energia armazenada era do tipo cinética, e novamente volta a ser energia cinética (energia de movimento).
Agora, sendo esclarecido como se dá o carregamento das baterias, vamos à outra parte, utilizar o KERS para aumentar a potência do motor e conseqüentemente a velocidade do F1. Essa parte é mais simples. Atualmente é relativamente fácil produzir um gerador que simultaneamente atue como motor. Isso mesmo, o próprio gerador do KERS, aquele acoplado ao sistema de tração, utiliza a energia que foi armazenada na bateria para aumentar a potência do carro. Tornando-se literalmente um motor extra que o piloto aciona quando deseja fazer uma ultrapassagem. Nesse dado momento o F1 transforma-se no que a indústria automobilística chama de carro híbrido. Movido por dois motores, um a combustão e outro elétrico. Uma diferença para os carros comuns de passeio híbridos, está no fato de geralmente o motor elétrico ser carregado na “tomada”, enquanto no F1, ou veículos que possuem KERS, a energia é carregada durante a frenagem. O motor/gerador do F1 aumenta, segundo algumas equipes da temporada 2013, em torno de 80 cv a potência do conjunto. Por fim de comparação é como se o piloto apertasse no botão e tivesse a ajuda de um motor de carro 1.0L. O motor a combustão de um F1, gera sozinho, uma potência maior que 650cv.  
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Agora, sendo esclarecido como se dá o carregamento das baterias, vamos à outra parte, utilizar o KERS para aumentar a potência do motor e conseqüentemente a velocidade do F1. Essa parte é mais simples. Atualmente é relativamente fácil produzir um gerador que simultaneamente atue como motor. Isso mesmo, o próprio gerador do KERS, aquele acoplado ao sistema de tração, utiliza a energia que foi armazenada na bateria para aumentar a potência do carro. Tornando-se literalmente um motor extra que o piloto aciona quando deseja fazer uma ultrapassagem. Nesse dado momento o F1 transforma-se no que a indústria automobilística chama de carro híbrido. Movido por dois motores, um a combustão e outro elétrico. Uma diferença para os carros comuns de passeio híbridos, está no fato de geralmente o motor elétrico ser carregado na “tomada”, enquanto no F1, ou veículos que possuem KERS, a bateria é carregada durante a frenagem. O motor/gerador do F1 aumenta, segundo algumas equipes da temporada 2013, em torno de 80 cv a potência do conjunto. Por fim de comparação é como se o piloto apertasse no botão e tivesse a ajuda de um motor de carro 1.0L. O motor a combustão de um F1, gera sozinho, uma potência maior que 650cv.  
  
  

Edição de 19h20min de 1 de novembro de 2013

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