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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; Reflexões</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G1) ARTIGO DE REFERÊNCIA</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2014 07:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waldyr Carneiro de Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo “A Visão dos alunos sobre o ensino de Física: Um estudo de caso” é meu ponto de partida para minha proposta sobre como motivar os alunos para despertar o interesse deles pela aprendizagem da Física. A escolha desse artigo se deu pelo fato de trazer a opinião dos alunos com relação ao ensino<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2301">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo <em>“A Visão dos alunos sobre o ensino de Física: Um estudo de caso”</em> é meu ponto de partida para minha proposta sobre como motivar os alunos para despertar o interesse deles pela aprendizagem da Física. A escolha desse artigo se deu pelo fato de trazer a opinião dos alunos com relação ao ensino aprendizagem de Física, de como eles vêem a disciplina e o que poderia ser mudado para que eles se interessassem mais pela Física.</p>
<p>Este artigo refere-se a uma pesquisa onde envolve duas escolas de Aracajú no Sergipe, sendo uma da rede pública e outra da rede particular de ensino, focando as argumentações de como os alunos vêem o ensino de física atualmente e assim analisando o que eles pensam e como a aprendizagem do ensino Física poderia ser melhorada segundo a visão dos próprios alunos.</p>
<p>A maioria dos alunos acha o ensino de física difícil de aprender e pouco interessante, por ser uma disciplina que tem seu ensino tradicional focado em cálculos, leis e fórmulas, cujas resoluções de problemas necessita de uma boa interpretação, para eles na maioria das vezes a fisica se torna uma extensão da matemática. Argumentam que as aulas de física deveriam ser mais dinâmicas, ou seja, um ensino mais prático e divertido para isso devia ser usado mais o laboratório realizando assim experimentos e as tecnologias existentes.</p>
<p>Também acham que os professores deveriam trazer desafios que incentivem os alunos a pensarem e questionarem sobre fenômenos relacionados com seu dia-a-dia.</p>
<p>Moraes, J.U.P. A visão dos alunos sobre o ensino de física: um estudo de caso. <em>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, Lagarto-SE. </em>v. 5, n. 11, 2009.</p>
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		<title>(G5) Resolução de problemas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2014 23:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Cecilia Kretzer dos Passos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>
		<category><![CDATA[Tubarão]]></category>

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		<description><![CDATA[É bastante interessante quando instigamos os alunos a refletirem o porquê de alguns termos matemáticos aparecerem nas fórmulas que aplicamos na Física. A partir da identificação desses aspectos essenciais na resolução desses problemas, acredita-se ser relevante o emprego dessas estruturas matemáticas para resolver os problemas. Portanto, resolver problemas quantitativos de acordo com Pozo e Crespo<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1508">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bastante interessante quando instigamos os alunos a refletirem o porquê de alguns termos matemáticos aparecerem nas fórmulas que aplicamos na Física. A partir da identificação desses aspectos essenciais na resolução desses problemas, acredita-se ser relevante o emprego dessas estruturas matemáticas para resolver os problemas. Portanto, resolver problemas quantitativos de acordo com Pozo e Crespo é manipular dados numéricos baseados em cálculos matemáticos e comparar dados e utilizar fórmulas.</p>
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		<title>(G5) Calor específico das substâncias</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2014 22:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiza Cecilia Kretzer dos Passos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>
		<category><![CDATA[Tubarão]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos observar por meio de um experimento que a água tem calor específico maior do que outras substância como ar, areia. Assim, podemos comprovar que a noite a água dor mar esta mais quente do que a areia da praia.A água tem maior calor específico]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos observar por meio de um experimento que a água tem calor específico maior do que outras substância como ar, areia. Assim, podemos comprovar que a noite a água dor mar esta mais quente do que a areia da praia.<a href="http://calorespecífico" rel='prettyPhoto[gallery1]'>A água tem maior calor específico</a></p>
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		<title>(G5) Análise final</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 02:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Construtivista]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo relata uma análise dos resultados, obtido durante a atividade experimental, na perspectiva construtivista, que foi realizada na sala de aula durante o estágio supervisionado C.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo relata uma análise dos resultados, obtido durante a atividade experimental, na perspectiva construtivista, que foi realizada na sala de aula durante o estágio supervisionado C.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/CoBcnPecsrU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G4) A respeito da física</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 21:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Alaide da Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[G4]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao iniciar minha experiência docente, quinze anos atrás, eu acreditava saber física. Apesar de estar no primeiro semestre do curso de matemática, acreditava que a física era apenas um conjunto de fórmulas matemáticas que dependiam somente de um pouco de raciocínio lógico para que tudo desse certo. Logo no início descobri que eu não sabia<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2138">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao iniciar minha experiência docente, quinze anos atrás, eu acreditava saber física. Apesar de estar no primeiro semestre do curso de matemática, acreditava que a física era apenas um conjunto de fórmulas matemáticas que dependiam somente de um pouco de raciocínio lógico para que tudo desse certo. Logo no início descobri que eu não sabia praticamente nada e que eu teria um longo caminho pela frente. Desde então venho aprendendo a cada dia e hoje sei que, apesar de estar terminando a segunda graduação e de ter tantos anos de sala de aula o que eu sei ainda é muito pouco e que vou seguir aprendendo a cada dia.</p>
<p><a href="https://onedrive.live.com/?cid=e9402322888d430f&amp;id=E9402322888D430F%21168&amp;ithint=video,.MP4&amp;authkey=!AN-sqZDr56fuuTY">Vídeo!</a></p>
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		<title>(G1) Vídeo Final &#8211; Reflexões</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 00:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o vídeo final sobre o estágio, no qual enuncio minhas conclusões e resultados alcançados. Também comento sobre os principais objetivos do desenvolvimento do projeto e as modificações que fiz do estágio B para o C.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o vídeo final sobre o estágio, no qual enuncio minhas conclusões e resultados alcançados. Também comento sobre os principais objetivos do desenvolvimento do projeto e as modificações que fiz do estágio B para o C.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/60cragMryrU" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G1) RELATO: HFC PARA A CONTRIBUIÇÃO QUALITATIVA DO ENSINO DE CAMPO ELÉTRICO</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 00:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[Relato Investigativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações. Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2000">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações.<br />
Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar de corrente elétrica me apoiei nos modelos e modelizações.<br />
Leciono em um terceiro ano noturno de um colégio de Nova Veneza, pequena cidade que fica nos arredores de Criciúma. Não conhecia a turma (não é a mesma nem de estágio A e nem, de estágio B). Então, pouco antes de lecionar, elaborei um questionário para poder conhecer um pouco as características da turma. Em relação a disciplina de Física, entre aqueles que se identificavam com a disciplina/área e , aqueles que não se identificavam, a proporção foi praticamente 1/1.Entre outras perguntas do questionário, perguntei como eles enxergavam a disciplina, quais as maiores dificuldades e o que consideravam importante. A esmagadora maioria, entre alunos que apreciavam exatas e alunos de Humanas; responderam que o mais importante é aprender a fazer os cálculos.<br />
Notei essa característica, uma turma que ate-se a resolução de cálculos; durante as aulas. Talvez, essa característica venha do fato de que usualmente a disciplina é tratada assim durante algum tempo já, inclusive pelos próprios professores. Então, o aluno vai procurar focar naquilo que lhe é cobrado. E aí , perde-se um pouco da essência dessa Ciência que é a Física. Ainda que tomemos por característica uma física matemática, tratamos de grandezas; grandezas com rico significado que foi construído firmemente durante muito tempo, com a contribuição de muitos pesquisadores/cientistas, grandezas que sofreram com a aceitação de leigos e a resistência da própria comunidade científica; enfim grandezas/teorias firmadas não por um método científico (o que a HFC mostra não existir um método) ou por uma única teoria irrevogável mas, teorias discutidas, melhoradas e baseadas pelos mais diferentes modos de fazer ciência.<br />
Então, comecei a tratar com os alunos uma “típica aula de Física”. Expliquei sucintamente o que era o campo elétrico e, com exemplos que seguiam uma linha cartesiana (do mais fácil ao mais difícil) fui, juntamente com eles; resolvendo os exercícios. Eles interagiram bem. Algo novo para eles (ao menos a reação mostrou-me isso) era a grandeza vetorial. Houve um certo trabalho em ensinar o vetor força e o vetor campo elétrico mas, pelo o que vi posteriormente nas avaliações pareceram ter aprendido. (e até gostado)<br />
Em uma atividade eu pedi para que eles calculassem a intensidade do campo elétrico e, me dissessem o que significa. Muitos, a maioria; me deu definições prontas de livros e/ou internet. E era aí que eu queria chegar, na compreensão da grandeza afinal; é importante aprender a calculá-la mas, precisamos ter ciência do que significa esse número ou então; será apenas um número.<br />
Um acontecimento interessante foi que, durante uma aula, um aluno me perguntou: “O que é intensidade? É tipo força?” Com certeza, compreendi o que ele quis dizer mas, é claro que durante a aula investigativa aproveitei-me disso para explicar e diferenciar, ressaltar porque não poderia utilizar o termo força.<br />
Enfim, na aula de investigação; utilizei de algumas perguntas para que primeiramente pudesse identificar concepções dos alunos e até, através delas e juntamente com a contribuição de cada um, elaboramos uma definição e associação para o campo elétrico. Associamos campo a lugar/espaço (comparando até a um campo de Futebol), eles identificaram que para ter campo elétrico precisava da carga elétrica. Por um instante, havia uma confusão entre Força Elétrica e Campo Elétrico mas, uma das questões fazia menção aos ímãs e o campo magnético então, um aluno disse: “No ímã, existe um ponto ali que você consegue sentir que existe algo ali, a partir daquele ponto e, quanto mais perto do ímã, mais você sente essa força”<br />
Essa contribuição foi excelente para relacionarmos que, para o campo existir não precisamos da “segunda carga”, como na Força que para identificarmos repulsão ou atração precisamos conhecer os sinais das mesmas. Da mesma maneira e de modo análogo, o campo da Terra, ele existe independentemente de colocarmos um corpo a prova deste campo ou não. A outra carga, ou corpo; serve como prova de que este campo existe.<br />
Mostrei para eles como foi o estudo a experimentação da existência do Campo Elétrico e aproveitei até para discutir com eles aspectos da natureza da Ciência, tais como contribuição de cientistas anônimos,evolução de teorias, a contribuição das concepções na Ciência, ou seja;abordar como o conhecimento é construído. E como eles participaram nessa etapa! Até fugiram um pouco da eletricidade/campo elétrico mas, foi rico porque expuseram fatos que conheciam, dúvidas que tinham a respeito de método científico, conceitos, confirmações enfim; aspectos da construção da ciência.<br />
Depois dessa abordagem histórica perguntei se em qualidade, a compreensão de campo elétrico ficou melhor. Alguns hesitaram, diziam que “talvez um pouco”. E é claro que era de se esperar, não esqueçamos que trabalhamos com um ensino construtivista e derrubar ou inserir novas idéias/concepções é um processo que requer tempo,não se faz de uma hora pra outra. O aluno até pode entender aquilo que você mostrou para ele mas, o processo de aceitar e compreender e /ou relacionar vai amadurecer com o tempo e isso também, vai depender de cada indivíduo.<br />
Porém, quando pedi para que novamente me dissessem o que aprenderam em relação a campo elétrico (com as próprias palavras),não precisava ser o conceito em si, mas relações, qualquer característica; a evolução comparada a avaliação inicial foi considerável. Claro, que me refiro a avaliação geral de turma. Alguns casos ainda demonstravam dificuldades, relações incorretas&#8230; enfim; problemas que fazem parte do processo de ensino aprendizagem.<br />
Mas, em resumo; nós professores, podemos sim utilizarmo-nos da inserção da História e Filosofia da Ciência para nos auxiliar na melhoria, sob o aspecto qualitativo; do ensino de Física.</p>
<p>P.S.: Utilizei o seguinte artigo (que não está no meu planejamento de ensino inicial) embora tenha lido tantos outros, como orientação para minha aula investigativa:<br />
MAGALHÃES, Murilo de F. SANTOS, Wilma M.S. &amp; outros.Uma Proposta para Ensinar os Conceitos de Campo Elétrico e Magnético: uma aplicação da História da Física. Revista Brasileira do Ensino de Física, Rio de Janeiro, vol.24, no.4, 489-496, Dezembro, 2002.</p>
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		<title>(G5) Aula Física Estágio vídeo-depoimento sobre a física (corrente elétrica)</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 23:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo relato ao que aprendi dando aula de corrente elétrica.  Sendo que na aula me toquei da união dos conteúdos de eletrostática e eletrodinâmica através do campo elétrico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo relato ao que aprendi dando aula de corrente elétrica.  Sendo que na aula me toquei da união dos conteúdos de eletrostática e eletrodinâmica através do campo elétrico.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/k4UB5xOFupc" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G3) Aulas lecionadas.</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2014 00:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clarice Della Giustina Nazário</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Braço do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[G3]]></category>

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		<description><![CDATA[O estágio consistiu em analisar o uso de mídias durante as aulas de Física. O conteúdo abordado foi a dilatação térmica. Foram feitos experimentos de dilatação linear, utilizando o dilatômetro, e nesse foram aquecidos 3 barras, sendo uma de ferro, alumínio e cobre. Assim, os alunos puderam observar qual tinha mais dilatação.   Houve também<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1886">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estágio consistiu em analisar o uso de mídias durante as aulas de Física. O conteúdo abordado foi a dilatação térmica.</p>
<div id="attachment_1887" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_080035.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="size-medium wp-image-1887" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_080035-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Esta aula foi aplicada no laboratório de Física.</p></div>
<p>Foram feitos experimentos de dilatação linear, utilizando o dilatômetro, e nesse foram aquecidos 3 barras, sendo uma de ferro, alumínio e cobre. Assim, os alunos puderam observar qual tinha mais dilatação.</p>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_0807461.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignnone size-medium wp-image-1889" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_0807461-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>  Houve também correções de atividades utilizando o quadro negro, sendo que os mesmos estavam localizados no livro do Pietrocola.</p>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_091112.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignnone size-medium wp-image-1890" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/06/IMG_20140508_091112-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> Percebo que a utilização de uma mídia é essencial para se quebrar a &#8220;rotina&#8221; em sala de aula, mas é necessário que ainda haja o quadro e o giz como um &#8220;tira-dúvidas&#8221; para o aluno.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>(G2) Relato 2 &#8211; fim de estágio com dúvidas sobre ensino</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2014 17:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Torquato Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de Física]]></category>
		<category><![CDATA[G2]]></category>
		<category><![CDATA[resolução de problemas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Após muitas aulas realizadas com o planejamento feito no inicio do semestre venho relatar um pouco do aprendizado no ensino de física. Tive dificuldade para encontrar o melhor modo de investigar mas após encontrar os artigos corretos sobre ensino utilizando tecnologias para auxiliar alunos que tem duvidas na resolução de problemas e duvidas conceituais,<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1851">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQKrX-3dc5CtiOjU2iVKkZc7OzamEE7exffUDuHY8RXkpCcLcgGLw" alt="" width="753" height="457" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após muitas aulas realizadas com o planejamento feito no inicio do semestre venho relatar um pouco do aprendizado no ensino de física.<br />
Tive dificuldade para encontrar o melhor modo de investigar mas após encontrar os artigos corretos sobre ensino utilizando tecnologias para auxiliar alunos que tem duvidas na resolução de problemas e duvidas conceituais, consegui encaminhar minhas aulas e fazer a minha investigação que era</p>
<p>- O uso de tecnologias no ensino de física é um segredo para o aprendizado ou será que o aluno aprende somente no momento que pega o lápis e a borracha e vai resolver exercícios?</p>
<p>Agora com o fim de meu estágio, percebi um aspecto talvez não muito novo para alguns, mas pra mim é interessante, que alguns alunos não gostam de aula com tecnologia e ainda que outros reclamam se ficam duas aulas na sala de tecnologia&#8230; Não imagino o que causa isso mas talvez uma pesquisa na literatura e na pesquisa no ensino de física me traga respostas e vou relatar essas respostas no relatório final.<br />
Também conclui que os alunos em geral aprenderam a parte conceitual utilizando tecnologias, mas a resolução matemática, só aprenderam fazendo mesmo, só com prática que este aprendizado ocorreu.</p>
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