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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; campo elétrico</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>Trecho das aulas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2014 01:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Blumenau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[campo elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[efeito fotoelétrico]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste vídeo apresento trechos retirados das aulas de física em uma turma de terceiro ano do EM. O foco foi a introdução à Física Moderna . A primeira parte foi retirada de uma aula &#8220;clássica&#8221; de campo elétrico já que era preciso cumprir também o currículo normal. A segunda parte apresenta o trecho de uma aula<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2283">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo apresento trechos retirados das aulas de física em uma turma de terceiro ano do EM. O foco foi a introdução à Física Moderna . A primeira parte foi retirada de uma aula &#8220;clássica&#8221; de campo elétrico já que era preciso cumprir também o currículo normal. A segunda parte apresenta o trecho de uma aula sobre um dos principais fenômenos quânticos: o efeito fotoelétrico. Na última parte temos um vídeo utilizado como complemento à apresentação de outro fenômeno de importância fundamental para FM: o experimento da dupla fenda.</p>
<p><a href="http://youtu.be/IFv-8ECH73I">Trechos das aulas</a></p>
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		<title>Campo Elétrico, não é coisa de outro mundo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 19:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Nunes dos Anjos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[campo elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Canoinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre fazemos uma pré analise de nossos alunos, fazemos sim, vejam&#8230; Ensinar física como estamos vendo no curso é totalmente diferente do que estão ensinando, e do que ensinaram para a gente, não nos aconteceu nada, vejam fomos os poucos que não conseguiram erradicar da “face” da física, mas muitos ficaram pelo caminho pela difícil<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=546">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre fazemos uma pré analise de nossos alunos, fazemos sim, vejam&#8230; Ensinar física como estamos vendo no curso é totalmente diferente do que estão ensinando, e do que ensinaram para a gente, não nos aconteceu nada, vejam fomos os poucos que não conseguiram erradicar da “face” da física, mas muitos ficaram pelo caminho pela difícil arte de aprender esta ciência, e olha que não foram poucos. Não cabe aqui questionar a etapa queimada no decorrer de longos anos trabalhados de forma equivocada, o que temos que procurar é melhorar daqui para frente os fatos até então descritos por todos nós: estão ensinando física de maneira errada.<br />
Atemporal, uma palavra bem desconhecida, não se entendermos seu real significado, ensinar esta disciplina fazendo o uso constante do real conteúdo que esta palavrinha agrega como um meio de ensino acredito que as aulas venham se mostrar muito mais atraentes, vejam que raramente vemos alguém prosseguir por várias aulas debatendo, descrevendo e conseguindo prender a atenção dos alunos com temas abordados que mergulhem em lampejos de cada nome descrito em livros didáticos dos genios que por decadas dedicaram suas vidas em função da ciencia. Vejam que quando os livros assim os citam, sendo que só lembramos esporadicamente destes ícones responsáveis por esta ciência quando fazemos menção a unidades friamente postas ao final de exercícios mecânicos e matematizados.<br />
Na questão do campo elétrico tema abordado nas aulas de estágio consegue-se perceber uma total desarmonia dos alunos em relação ao assunto tratado e em relação ao professor, isto não devido os mesmos se posicionarem contra ao tema ou pelo simples falta de interesse, mas por não assimilarem o que o professor esta realmente querendo lhes passar, e tudo relacionado ao fato de o tema ser alheio a eles, sentem-se desmotivados por não conseguirem entender algo tão complexo como assim descrevem esta parte da ciência, campo elétrico, força entre cargas, etc abordada. De certa forma analisando o livro didático o qual o assunto é tratado percebe-se um total abandono por parte de todos os assuntos apresentados em seu extenso conteúdo em relação a abordagens mais incisivas em relação ao contexto histórico, isso vem de encontro ao que citei acima, onde a palavra atemporal descrita se posiciona totalmente às avessas no ensino de física, desta forma temos que entender o comportamento dos alunos em relação ao ensino de física como um todo.<br />
Podemos até pensar e escrever que o ensino esta em decadência, tudo bem, não esta aquelas coisas, mas não caberia também um meio de cobrança mais severo em relação a eles, ou por que é publico deve corresponder aos anseios da sociedade que ditou o ritmo e as escolas acabaram aceitando, nos esforçamos o máximo e parte de nossos alunos agem como se tudo o que gira dentro do ensino conspira contra eles. Então, no assunto campo elétrico o professor vem buscando em todas as aulas métodos alternativos para transformar o conhecimento, é complexo, é, mas vejo que há sim uma possibilidade enorme de se aprender ciência, o professor é dinâmico, não esta parado no tempo, esta relacionando tudo o que se pode ao meio em que vivemos, apresenta experimentos,foge constantemente ao que o livro didático resume e apresenta como conteudo para boas aulas, costumeiramente apresenta outros textos como complemento do livro, então basta aos nossos alunos um pouco de: ler o livro, buscar outras fontes de informação, fazer os exercícios propostos e não deixar pra aprender somente em duas miseras aulas semanais.</p>
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		<title>semana de 25/03 a 29/03</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 11:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[campo elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Coulomb]]></category>

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		<description><![CDATA[26/03 – No início das aulas, dois alunos se dirigiram ao professor e mostraram sua tentativa de resolução para o problema deixado como dever de casa na aula anterior. O professor deu uma rápida olhada, mas não teceu comentários. Penso que nenhum dos dois conseguiu resolver. Eu olhei o caderno de alguns alunos e alunas<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=436">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">26/03 – No início das aulas, dois alunos se dirigiram ao professor e mostraram sua tentativa de resolução para o problema deixado como dever de casa na aula anterior. O professor deu uma rápida olhada, mas não teceu comentários. Penso que nenhum dos dois conseguiu resolver. Eu olhei o caderno de alguns alunos e alunas que estavam à minha frente e notei que alguns encontraram a direção da força resultante, mas ninguém conseguiu chegar ao resultado correto, que é (6 <em>K Q q </em>)<em>/ L<sup>2</sup></em>. O professor pediu então que os alunos tentassem resolver o mesmo problema, só que atribuindo o valor de 4µC para as cargas <em>Q</em>, e 1µC para a carga <em>q</em>, sendo o lado do triângulo igual a 1 metro. Se fizerem certo vão encontrar o resultado de 0,216 N.</p>
<p align="justify">Penso que a maior dificuldade dos alunos vai ser encontrar a distância entre as cargas nos vértices e a carga central que é dada por <em>L <a title="TeX" href="https://ead.moodle.ufsc.br/filter/tex/displaytex.php?+%5Csqrt%7B3%7D+" target="popup"><img src="https://ead.moodle.ufsc.br/filter/tex/pix.php/83733f1706f9671106a0064be0fea8bf.png" alt=" \sqrt{3} " /></a>/3</em> , e fazer as operações matemáticas, usando a lei dos co-senos.</p>
<p align="justify">Era o início da aula ainda, e após passar o problema, agora com dados numéricos, o professor começou a fazer a chamada e pediu que todos trouxessem o seu caderno e suas calculadoras. Eu notei que o professor olhava atentamente os cadernos e fazia uma rubrica com caneta de tinta vermelha em cada caderno. Ele estava dando notas aos alunos por sua produção nestas últimas 3 semanas (e por terem as calculadoras). Isso explica porque ele usou um número considerável de aulas sobre a Lei de Coulomb. Ele não iria fazer nenhuma prova e, coerente com sua proposta de avaliação, agora ele tinha em mãos o que cada aluno fez nas últimas aulas, relembrando que ele sempre reiterou que se fizessem os esquemas e diagramas com muito cuidado.</p>
<p align="justify">E o problema já citado, talvez nenhum aluno consiga resolver, e acredito que o professor vai resolver no quadro, em uma próxima aula. Na verdade, eu até gostaria de ver o professor explicar a resolução desse problema. Afinal é um problema aberto e depois de resolvido poderia se comparar o resultado conseguido com o mesmo problema com os dados numéricos propostos. Isso seria uma “descoberta” muito boa para os estudantes. Perceberiam que o problema aberto forneceria uma fórmula para se resolver qualquer outro problema do mesmo tipo. Até agora só acompanhei e verifiquei que os alunos conseguem resolver problemas fechados. Os problemas abertos, por enquanto, são uma incógnita para mim em relação a esta turma.</p>
<p align="justify">Depois de conferir o caderno de todos os alunos, ele continuou a aula com o conteúdo de campos elétricos. Seguindo a mesma metodologia usada até agora, ele começou a ditar uma lista de exercícios para os alunos resolverem.</p>
<p align="justify">
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		<title>semana de 18/03 a 22/03</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 19:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[campo elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Coulomb]]></category>

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		<description><![CDATA[19/03 Assistidas mais duas aulas da mesma turma. Nesta ocasião o professor deixou como “dever de casa” a resolução de um problema referente à Lei de Coulomb, mas este problema não possuía dados quantitativos: O problema consistia em 3 (três) cargas, Q1, Q2 e Q3 , distribuídas em um triângulo eqüilátero, com Q1 (positiva) no vértice<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=325">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>19/03</p>
<p>Assistidas mais duas aulas da mesma turma. Nesta ocasião o professor deixou como “dever de casa” a resolução de um problema referente à Lei de Coulomb, mas este problema não possuía dados quantitativos:</p>
<p>O problema consistia em 3 (três) cargas, <em>Q1, Q2 </em>e <em>Q3</em> , distribuídas em um triângulo eqüilátero, com <em>Q1</em> (positiva) no vértice superior e <em>Q2</em> e <em>Q3</em> (negativas) nos vértices inferiores, esquerdo e direito. No centro do triângulo o professor colocou uma carga <em>q,  </em>positiva . O lado do triângulo media <em>l</em>.</p>
<p>Este é um problema “mais aberto”, pois os alunos teriam que formular hipóteses, conforme os valores atribuídos a  <em>Q </em>e a <em>q</em> , além do valor atribuído ao lado <em>l</em>. Ou teriam que explicitar a força resultante em termos de , <em>Q</em>, <em>q</em> e <em>l</em>.  Teriam que encontrar a relação que existe entre o lado do triângulo e a distância entre as cargas. Teriam que “desconfiar” que as cargas  possuem um mesmo módulo (já que foram escritas com a mesma letra maiúscula). Teriam que fazer suposições sobre ângulos envolvidos.</p>
<p>O professor falou: “quem consegui resolver ganha 10 de média”.  Estou curioso para saber se algum aluno vai conseguir resolver este problema. Vou ficar atento quanto a isso.</p>
<p>Após passar esta tarefa para os alunos, o professor começou um novo assunto: Campos elétricos. Como havia feito na primeira aula sobre a Lei de Coulomb, o professor utilizou bastante de interações discursivas para introduzir este assunto. Explicou sobre a atuação radial de um campo elétrico. Após falar sobre campos elétricos ele usou o mesmo método de esquematizar no quadro com desenhos. Explicou um pouco sobre a fórmula E=F/q, mas não teve tempo de passar exercícios pois as aulas terminaram.</p>
<p>Neste mesmo dia, após as aulas dei uma passada na sala dos professores (já tinha ido em outras ocasiões e reparei que o quadro de avisos que existe lá estava com a seguinte frase: “Professores: Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou sua construção – Paulo Freire.”</p>
<p>Este quadro, normalmente é usado para avisos gerais (alunos que comunicam licenças médicas, mudança de horários, etc&#8230;) E neste dia 19 apareceu a frase de Paulo Freire.</p>
<p>Nesta sala dos professores, os mesmos “batem o ponto” literalmente e aguardam o início das aulas. Conversam bastante sobre vários assuntos. Alguns dão uma olhada nos jornais. Outros tomam cafezinho. Conversei neste dia com um professor de matemática (um pouco “mais velhinho” que os outros) e disse para ele que eu estava fazendo estágio na disciplina de Física. Ele disse que estavam faltando profissionais nessa área e me deu os parabéns por minha escolha. Ainda elogiou muito o professor de Física que estou acompanhando. Aos poucos estou conhecendo também os professores de outras disciplinas, já que sempre que vou para a escola, também aguardo o início das atividades na sala dos professores.</p>
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