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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; experimentos</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G5) Video Depoimento Inicial: Plano de Ensino &#8211; Samarone Lourenço</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 00:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samarone Lourenço</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[Dilatação térmica]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo depoimento apresento os locais de estágio, a proposta investigativa, o artigo de referência e um pouco da organização das aulas proposto no plano de ensino. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo depoimento apresento os locais de estágio, a proposta investigativa, o artigo de referência e um pouco da organização das aulas proposto no <a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/Plano_Ensino_Estagio-C2.doc">plano de ensino</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/10BohkNHMPE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Experimentos tradicionais ou investigativos?</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Nov 2013 22:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samarone Lourenço</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Optica Geométrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, meu tema de investigação é experimentação e atividades práticas e assim apliquei nas aulas de estágio um experimento tradicional e um investigativo para analisar os resultados, em uma turma do segundo ano do ensino médio de uma escola pública estadual. O experimento investigativo foi de nível 2 de abertura, baseado no trabalho de<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1102">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/11/DSC09674.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1241" title="Alunos e o experimento." src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/11/DSC09674-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Olá pessoal, meu tema de investigação é experimentação e atividades práticas e assim apliquei nas aulas de estágio um experimento tradicional e um investigativo para analisar os resultados, em uma turma do segundo ano do ensino médio de uma escola pública estadual. O experimento investigativo foi de nível 2 de abertura, baseado no trabalho de Antônio Tarciso Borges.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zP0RO8z7BbM" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/OHLPy86nmrc" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Atividades experimentais no ensino de Física</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 17:07:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[ROSA, CLECI T. WERNER DA; ROSA, ÁLVARO BECKER DA. Aulas experimentais na perspectiva construtivista: proposta de organização do roteiro para aulas de física. Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012. &#160; Este artigo relata uma proposta didática metodológico, para ajudar os professores na organização de uma atividade experimental de física, na concepção construtivista. Hoje<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=787">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ROSA, CLECI T. WERNER DA; ROSA, ÁLVARO BECKER DA. Aulas<br />
experimentais na perspectiva construtivista: proposta de organização do roteiro<br />
para aulas de física. <a href="http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol13/Num1/a02.pdf" target="_blank">Física na Escola</a>, v. 13, n. 1, 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este artigo relata uma proposta didática metodológico, para ajudar os<br />
professores na organização de uma atividade experimental de física, na concepção<br />
construtivista.</p>
<p>Hoje em dia é comum encontrarmos nos projetos políticos pedagógicos das<br />
escolas, propostas que estão norteadas pela perspectiva construtivista. Mas quando são<br />
aplicas geralmente os professores encontram dificuldades, principalmente nas que se<br />
referem atividade experimental. Por esse motivo e pela preocupação da construção de<br />
conhecimento na realização de práticas experimentais, este artigo propôs uma proposta<br />
com referencial construtivista, que foi dividida em três etapas.</p>
<p>Sendo denominada pré-experimental, experimental e pós-experimental. Dando<br />
ênfase na pré e pós-experimental, para oportunizar discussões e reflexões, entre<br />
professores e alunos, sobre o que irão fazer e o que já fizeram na atividade<br />
experimental.</p>
<p>Na etapa pré-experimental foi sugerido que se envolva os seguintes itens: préteoria,<br />
explicitação dos objetivos, formulação de hipóteses e planejamento das ações.</p>
<p>A pré-teoria deve-se ser feita antes do experimento, para poder proporcionar ao<br />
estudante, uma familiarização com os saberes envolvidos na atividade. Ela representa o<br />
elo entre a atividade experimental e o conhecimento envolvido. É possível promover o<br />
conhecimento na forma de pré-teoria de várias maneiras diferentes. Logo este artigo<br />
destacou três delas, primeira formulação de perguntas sobre o conteúdo, segunda<br />
exposição de situações-problema ou situações-ilustrativas, terceira retomada histórica.</p>
<p>Na explicitação dos objetivos, os alunos devem ser conduzidos a entenderem,<br />
com base na pré-teoria, os objetivos propostos pelo professor na atividade experimental.<br />
Para melhor entendimento do objetivo, é importante ser analisados os equipamentos que<br />
serão utilizados no experimento.</p>
<p>No item formulação de hipóteses, da etapa pré-experimental, deve-se fazer um<br />
resgate das concepções prévias dos estudantes, permitindo um confronto entre os<br />
saberes. Já que na concepção construtivista, a formulação das hipóteses deve ser feitas<br />
antes dos experimentos, pois elas assumem um papel indispensável, para guiar a<br />
realização da atividade. Dando uma oportunidade para os estudantes dialogarem com<br />
seus conhecimentos e suas observações.</p>
<p>Para finalizar essa etapa, é necessário um planejamento das ações que serão<br />
feitas, pois assim o aluno será levado a refletir sobre o que irão fazer, podendo traçar<br />
uma trajetória. Este planejamento se associa ao procedimento tradicional, mas nele não<br />
deve ter receituários estruturados e ser composto de passos rígidos e sequenciais, devem<br />
levar os estudantes a pensarem e planejarem suas ações entendendo o que e por que<br />
proceder de determina forma.</p>
<p>Na etapa experimental, será feita a execução da atividade experimental. Que<br />
significa operar o planejado, testar as hipóteses e manusear os equipamentos. Além de<br />
tudo o que já foi falado, nesta etapa, como é realizado em grupo, deve haver uma<br />
negociação de saberes, diálogos entre companheiros e com o professor, visualização de<br />
possibilidades e confronto de conhecimentos, com sigo mesmo e com seus colegas.</p>
<p>Na última etapa, pós-experimental, é feito o fechamento da atividade com uma<br />
conclusão. Onde nessa proposta, será realizada uma discussão dos resultados obtidos,<br />
que representa um momento de construção do conhecimento. Assim, concluir significa<br />
retomar o realizado, a fim de identificar possíveis falhas e revisar a atividade. Levando<br />
os alunos a buscar os resultados, interpretá-los e discuti-los.</p>
<p>No final do artigo, foi apresentado um exemplo do roteiro-guia para<br />
proporcionar um melhor entendimento para os professores que queiram trabalhar com<br />
uma atividade experimental construtivista. O exemplo dado é referente ao estudo do<br />
movimento de velocidade constante, nele estão todas as etapas explicadas<br />
anteriormente.</p>
<p>O artigo apresentou de forma clara a sua proposta e objetivo, explicando<br />
detalhadamente o que se está querendo. Faltou uma aplicação da proposta numa turma<br />
de física do ensino médio, para então poder ser feito uma análise e uma discussão do<br />
que foi proposto.</p>
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		<title>Interdisciplinaridade no ensino de Física</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 00:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diorges Evandro Guessi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[experimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Proeja]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Algumas disciplinas parecem vilãs como Matemática, Química, Física, etc. Este temor que alunos não só do EJA, mas de uma forma geral têm, seja pela falta de compreender, estabelecer interligações e aplicações no seu dia a dia os conhecimentos adquiridos, ou por falta de interesse em estudar, ou as aulas são muito teóricas,<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=763">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/04/interdisciplinar.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class=" wp-image-767 alignleft" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/04/interdisciplinar-300x238.jpg" alt="" width="274" height="172" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas disciplinas parecem vilãs como Matemática, Química, Física, etc. Este temor que alunos não só do EJA, mas de uma forma geral têm, seja pela falta de compreender, estabelecer interligações e aplicações no seu dia a dia os conhecimentos adquiridos, ou por falta de interesse em estudar, ou as aulas são muito teóricas, ou falta de interdisciplinaridade­­.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O artigo “<a href="https://periodicos.ifsc.edu.br/index.php/rtc/article/view/935" target="_blank"><strong><em>Interdisciplinaridade e atividade experimental: uma alternativa para o ensino em turmas do PROEJA</em></strong></a>” trata de uma pesquisa efetuada no CEFET-SC, atual IFSC, unidade Florianópolis, com uma turma do Programa Nacional de Integração de Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos, PROEJA do módulo I. O trabalho efetuado pelos Professores de Física e Matemática através de experimentos, criando a possibilidade de debates e reconstruir conceitos Físicos e uso de diferentes formas de modelizações Matemáticas dos fenômenos observados. O experimento usado abriu o diálogo entre professores e alunos sobre modelos e conceitos elaborados pelos próprios estudantes.</p>
<p>&#8220;<em>Cabe ressaltar que os anos longe da escola, aliados às experiências de vida e às peculiaridades vividas no mundo do trabalho propiciaram aos alunos da EJA a formulação de conceitos, visões de mundo e processos matemáticos muitas vezes distantes dos apresentados e defendidos como “corretos” pela escola. Assim, parece-nos que seja imprescindível criar um cenário onde se possa oportunizar a estes estudantes a explicitação das crenças, dos mitos, das visões de mundo, das leituras e das representações matemática (Queiroz &amp; Ramos, 2007).&#8221;</em></p>
<p>Criar um ambiente propício aos estudantes sempre será oportunizar o dialogo em sala de aula, não apenas sobre os fenômenos da natureza, mas sim debates sobre assuntos pertinentes ao entendimento destes fenômenos relacionando-os com o dia a dia. O uso da matemática para modelizações destes fenômenos cria um conjunto interdisciplinar. Muitas vezes somente a explicação do abstrato pelo professor torna-se difícil. “<em>Apresentar aos estudantes estruturas matemáticas e maneiras de representação, existentes somente no intelecto, e delas se apropriar na busca de explicação do mundo que nos cerca não é uma atividade das mais simples, sendo que esse quadro ainda é mais desafiador na EJA (Queiroz &amp; Ramos, 2007).”</em></p>
<p>A parte experimental na pesquisa evidenciou durante o processo, a significativa contribuição para inovações de práticas pedagógicas, de acordo com o autor foram os diálogos que surgiram antes e depois de cada experimento. <em>Esta forma de trabalho colocou a disposição dos estudantes um conjunto de recursos que lhes permitiu entender de forma mais ampla a aplicabilidade dos conceitos e processos matemáticos, realçando o aspecto formativo da matemática estimulando, dessa maneira, o interesse pelo seu descobrimento. (Queiroz &amp; Ramos, 2007).”</em></p>
<p>Modificar a prática pedagógica atendendo as necessidades dos alunos e criar um ambiente próximo do real motiva a busca pelo conhecimento e suas aplicabilidades.</p>
<p><em>“&#8230;</em><em> a motivação dos alunos aumentou significativamente, pois, embora chegassem cansados de seus respectivos trabalhos diários, eles participaram entusiasticamente tanto nas aulas dentro da escola quanto na pesquisa em campo. Ao proporcionar a atividade investigativa como as aulas de campo, notamos um aspecto que nos fez refletir sobre a crise que há muito tempo se instalou no ensino de Física, o interesse dos alunos. Não obstante as dificuldades da EJA, os alunos mostraram grande empenho e conseguiram, com suas próprias palavras, expressarem grande parte dos conceitos científicos utilizados&#8230;(Alencar &amp; Oliveira, 2005).”</em></p>
<p>Quando se envolve os alunos em atividades práticas são criadas situações propícias aos questionamentos, construção e desconstrução de entendimentos errôneos sobre determinadas teorias. Os alunos trabalhando como futuros cientistas nos laboratórios e professor assessorando de forma parcial, ou seja, apenas quando é necessário intervir, transfere um pouco mais de responsabilidades a eles que desejam também demonstrar que são capazes.</p>
<p>Ao propor aulas com temas referentes ao cotidiano e ou experimentais, poderemos dar um importante passo rompendo barreiras criadas pelos alunos em que é possível evolver a teoria com a prática e de forma interdisciplinar a Física, Matemática, Português, etc.</p>
<p>A necessidade das aulas serem interdisciplinar envolvendo também a teoria, prática e o dia a dia dos alunos, pode-se pensar em criar situações reais aos alunos propondo atividades em que eles sejam parte integrante do processo de interação entre a teoria e a prática. Contextualizar o ensino de Física enriquece a aula, o fato de o professor usar a relação do dia a dia envolvendo trabalhos em sala de aula com participação ativa dos alunos, algo como uso de laboratórios, elaboração de relatórios modelizações matemáticas, criação de gráficos dos experimentos, torna a aula mais atrativa, rica em conhecimento, interdisciplinaridade, comunicação entre as partes envolvidas e a dinâmica da aula fazem toda a diferença.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>ALENCAR, José Ricardo da Silva; OLIVEIRA, Sérgio Henrique Bezzerra. <strong>Temas Conectores: Uma alternativa ao modelo clássico de ensino de Física</strong>. Belém, 2005. Disponível em:</p>
<p><a href="http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/venpec/conteudo/artigos/1/pdf/p413.pdf"><span style="text-decoration: underline;">http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/venpec/conteudo/artigos/1/pdf/p413.pdf</span></a></p>
<p>DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. <strong>Física</strong>. 2 ed. rev. São Paulo: Cortez, 1992.</p>
<p>QUEIROZ, C. A.; RAMOS, E. E. L.. <strong>Interdisciplinaridade e atividade experimental: uma alternativa para o ensino em turmas do PROEJA</strong>. Florianópolis, 2007. Disponível em:</p>
<p><a href="https://periodicos.ifsc.edu.br/index.php/rtc/article/view/935">https://periodicos.ifsc.edu.br/index.php/rtc/article/view/935</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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