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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; Leonardo Rampa Dias</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>Resenha Artigo analogias</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 12:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
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		<description><![CDATA[REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PARA O CONCEITO DE AR ATMOSFÉRICO &#8211; RESENHA Leonardo Rampa Dias O Artigo em questão inicia-se levantando a questão de existirem diversas teorias que possuem o propósito de melhorar o processo de aprendizagem. Essas teorias buscam contribuir para a melhoria do ensino, especialmente o ensino<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2328">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PARA O CONCEITO DE AR ATMOSFÉRICO &#8211; RESENHA</p>
<p>	Leonardo Rampa Dias</p>
<p>O Artigo em questão inicia-se levantando a questão de existirem diversas teorias que possuem o propósito de melhorar o processo de aprendizagem. Essas teorias buscam contribuir para a melhoria do ensino, especialmente o ensino de ciências. E segue então apresentando algumas destas teorias, baseadas em modelos mentais, analogias e representações.<br />
Iniciando com modelos, justifica-se que o uso desta ferramenta é essencial no ensino de ciências, pois por ser uma área complexa, os modelos auxiliam de forma à torná-la atraente aos alunos, e mais fácil de ser compreendida, se tratando de uma área bastante abstrata. São definidos como modelos aqueles que representam estados abstratos de coisas em relação aos seus estados físicos, retratados pelos modelos físicos.<br />
Depois, para o uso das analogias e metáforas – objeto de investigação nesta disciplina de estágio – o artigo aponta para a importância de se valorizar as ideias prévias dos alunos, lembrando que essas ideias são elaboradas em situações do cotidiano ou em anos anteriores à escola. Este fato foi levado em consideração na realização deste estágio, visto que as analogias que foram criadas e utilizadas durante as aulas ministradas para esta disciplina, foram elaboradas dentro desta perspectiva, por exemplo, quando se usou a analogia entre o ventilador e o campo elétrico, ou entre o barco, a correnteza e o campo elétrico; todas situações vivenciadas anteriormente pelos discentes. </p>
<p>Por fim, são citadas as representações gráficas que não são classificadas como simples imagens ou representações mentais, mas sim, sendo modelos didáticos, com funcionamento compreensivo, em resposta a um campo de problemas. Sabendo também, que fazer desenhos – representações – requer certo grau de imaginação e modelização. A pesquisa considera, em relação às representações gráficas, que uma imagem mental é uma representação interna, e um desenho ou gráfico realizado é uma representação externa.<br />
A pesquisa é então realizada pelo desenvolvimento de modelos sobre o estado gasoso da matéria, e é desenvolvida pelos alunos, que são solicitados a representarem por meio de desenhos, o ar atmosférico em diversas situações, como dentro de uma seringa, quando o embolo fosse pressionado, depois o ar dentro de um balão, etc.<br />
Por fim, as representações dos alunos foram analisadas, e os conceitos envolvidos foram analisados, e verificados erros conceituais, pôde-se então trabalhar esses erros como um fator diferenciado do ensino, buscando construir o saber científico. Assim, também no uso das analogias e metáforas realizadas nas aulas da disciplina de estágio, também se utilizou desta busca de erros conceituais, para que fossem explorados, corrigidos, e contribuíssem para o aprendizado significativo dos alunos. </p>
<p>REFERÊNCIAS</p>
<p>NAGEM, Ronaldo Luiz. MARCELOS, Maria de Fátima. RAMALHO, Flávia Alves de. REPRESENTAÇÕES ANALÓGICAS DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PARA O CONCEITO DE AR ATMOSFÉRICO. Disponível em:  Acesso em 01 fev 2014.</p>
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		<title>Depoimento investigativo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 21:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo relato sobre uma série de perguntas investigativas sobre o tema de analogia apliacados em minhas aulas de estágio C Disponivel em: https://www.youtube.com/watch?v=kRLpmyLQjfQ&#38;feature=youtu.be]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo relato sobre uma série de perguntas investigativas sobre o tema de analogia apliacados em minhas aulas de estágio C</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kRLpmyLQjfQ&amp;feature=youtu.be">Disponivel em: https://www.youtube.com/watch?v=kRLpmyLQjfQ&amp;feature=youtu.be</a></p>
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		<title>Sequencia de trabalho estagio C</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 17:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo relato um esquema de trabalho para o estágio C. com relação a temática de trabalho com analogias. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=uGpsBbKWGTs]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo relato um  esquema de trabalho para o estágio C. com relação a temática de trabalho com analogias.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uGpsBbKWGTs">Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=uGpsBbKWGTs</a></p>
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		<title>Relato 02 estagio C</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 16:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este relato trata sobre uma aula de corrente elétrica e experimentos realizados em aula Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=c99GsTRJCsg]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este relato trata sobre uma aula de corrente elétrica e experimentos realizados em aula</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uGpsBbKWGTs">Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=c99GsTRJCsg</a></p>
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		<title>(G5) Ensaio Final</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 02:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este vídeo é uma síntese do que foi realizado para a disciplina de estágio neste semestre, e minhas conclusões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo é uma síntese do que foi realizado para a disciplina de estágio neste semestre, e minhas conclusões.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/gIJwE5EJyl4" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G5) Aula Física Estágio vídeo-depoimento sobre a física (corrente elétrica)</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 23:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste vídeo relato ao que aprendi dando aula de corrente elétrica.  Sendo que na aula me toquei da união dos conteúdos de eletrostática e eletrodinâmica através do campo elétrico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo relato ao que aprendi dando aula de corrente elétrica.  Sendo que na aula me toquei da união dos conteúdos de eletrostática e eletrodinâmica através do campo elétrico.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/k4UB5xOFupc" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Depoimento sobre as aulas realizadas para a disciplina de estágio</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Dec 2013 19:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[analogias]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>

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		<description><![CDATA[O estagio foi realizado na escola CEM Araucária, localizada na Rua Afrísio de Senna Vaz, Bairro Serraria, no município de São José, no período noturno nas turmas do segundo ano ensino médio, na modalidade de EJA (Educação de Jovens e Adultos). &#160; Leonardo Rampa Dias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estagio foi realizado na escola CEM Araucária, localizada na Rua Afrísio de Senna Vaz, Bairro Serraria, no município de São José, no período noturno nas turmas do segundo ano ensino médio, na modalidade de EJA (Educação de Jovens e Adultos).</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/sqRmr8nmZzA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leonardo Rampa Dias</p>
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		<title>Analogias produzidas por alunos do ensino médio em aulas de Física</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 00:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[analogias]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo em questão estuda o uso de analogias como um recurso didático nas aulas de ciências, como uma maneira de favorecer a aprendizagem dos alunos. De acordo com os autores, para que os alunos possam atribuir significados aos conteúdos estudados, eles necessitam criar relações entre as novas informações e os conhecimentos que já possuem;<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=761">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo em questão estuda o uso de analogias como um recurso didático nas aulas de ciências, como uma maneira de favorecer a aprendizagem dos alunos. De acordo com os autores, para que os alunos possam atribuir significados aos conteúdos estudados, eles necessitam criar relações entre as novas informações e os conhecimentos que já possuem; e sugerem que uma das maneiras de concretizar esse processo, pode ser com o uso de analogias.</p>
<p>Entende-se, que as analogias são correlações entre conceitos/fenômenos/assuntos que não são conhecidos, que mantém relações de correspondência com situações familiares para o aluno. De acordo com artigos referenciados nesta pesquisa, defendem como estratégia alternativa o uso de analogias utilizadas pelo professor, pelo livro didático, ou produzidas pelo próprio aluno. Como Pittman, que entende as analogias geradas pelos alunos, possam servir de instrumento para avaliação, que pode ser mais eficiente do que as avaliações tradicionais. Porém, concluem serem poucas as pesquisas em relação à utilização deste recurso como ferramenta de avaliação.</p>
<p>Outro benefício apontado nas pesquisas, de acordo com os autores, é a utilização das analogias produzidas pelos alunos como um meio de identificar concepções dos estudantes que não são compatíveis com as concepções científicas.</p>
<p>Nesta pesquisa, procuram responder o seguinte problema: “Que possibilidades se apresentam para a utilização de analogias produzidas pelos alunos como base de uma estratégia de avaliação da compreensão do conceito energia interna em aulas de física?”. Foram realizadas intervenções em duas turmas da 2ª série do ensino médio com o tópico termodinâmica. Para a análise dos resultados, procuraram analisar as analogias criadas pelos alunos, e de que modo esses analogias foram apresentadas.</p>
<p>Concluiu-se na pesquisa, que em 80% dos casos, as analogias foram pertinentes do ponto de vista físico. Também a utilização de desenhos como forma de representação, auxilia na exploração deste recurso, pois facilita uma visualização da situação e a correspondência entre o análogo e a realidade.</p>
<p>Acredito que a utilização deste recurso didático contribui para a aprendizagem significativa dos alunos, pois estabelecendo relações entre conhecimentos prévios e os conceitos científicos, permite ao aluno compreender o significado físico daquele conceito. E, acredito que sejam mais eficientes quando partem do aluno, pois tendo sempre informações prontas e acabadas, não leva o aluno à reflexão, à construção do conhecimento.</p>
<p>Também cabe salientar, que antes de utilizar esse recurso como método de avaliação, é necessário um estudo acerca do tema, e é necessário que os alunos compreendam o objetivo desta prática, e entendam que ela apenas faz parte do processo da compreensão dos conceitos, e que não é a finalidade. Sendo bem exploradas, as analogias são excelentes formas de aprendizagem e avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>ZAMBON, Luciana Bagolin; TERRAZZAN, Eduardo Adolfo. ANALOGIAS PRODUZIDAS POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM AULAS DE FÍSICA. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 35, n. 1, 1505 (2013). Disponível em: &lt;<a href="http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/342502.pdf" target="_blank">http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/342502.pdf</a>&gt;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aulas de Física no Ensino Médio da Rede Pública de Ensino</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 16:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de iniciar o estágio para esta disciplina, tinha uma visão bastante diferente do ensino público. Já leciono há mais de cinco anos, e a maioria deste tempo em escolas particulares. O pouco contato que tive com ensino público me deixou uma visão de escolas sem recursos, alunos rebeldes e sem vontade de estudar, e<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=457">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de iniciar o estágio para esta disciplina, tinha uma visão bastante diferente do ensino público. Já leciono há mais de cinco anos, e a maioria deste tempo em escolas particulares. O pouco contato que tive com ensino público me deixou uma visão de escolas sem recursos, alunos rebeldes e sem vontade de estudar, e professores desvalorizados e desmotivados.</p>
<p>Ao entrar e me deparar com a realidade desta escola, pude perceber como existe também ensino público com qualidade, professores com vontade de dar aulas, alunos com vontade de aprender. É claro que não é possível generalizar, existem sim alguns alunos desmotivados e desinteressados, mas isso ocorre principalmente no ensino noturno devido à realidade de vida desses alunos, em que a maioria passa o dia trabalhando, e cansados, à noite, vão sentar em uma cadeira para estudar.</p>
<p>Quanto aos conteúdos de física das aulas observadas, eram conteúdos introdutórios, que são relevantes para a compreensão e entendimento dos fenômenos básicos, e dos conteúdos próximos que serão estudados. O problema está na falta de associação destes conteúdos com o cotidiano, apesar do esforço do professor em fazer essa associação. Os alunos ainda têm a visão de que a física é apenas uma matéria difícil, mas que eles precisam para passar de ano. E desmistificar essa visão é um grande desafio para os professores desta disciplina.</p>
<p>As principais dificuldades na compreensão destes conteúdos introdutórios de física, e também nos conteúdos seguintes, na maioria das vezes está na falta de estudos, falta de prática, resolução de exercícios. Esses conteúdos exigem que o aluno se coloque em frente ao caderno e pratique, pense, entenda. Também a matemática, se mostra como empecilho para a resolução dos exercícios.</p>
<p>O que eu mudaria em relação ao que observei, seria a utilização de recursos de mídia, como imagens e vídeos, recurso este que a escola tem disponível. Acredito que este tipo de recurso desperta a atenção e o interesse dos alunos, e ajuda na difícil tarefa de aproximar a física da realidade, da vivência de cada um.</p>
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		<title>Diário de Campo Fevereiro e Março 2013</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 15:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Rampa Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de Física]]></category>
		<category><![CDATA[estágio em sala de aula]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 19/02/2013, iniciei as minhas observações de aulas de física para a disciplina de Estágio Supervisionado para o Ensino de Física A. A primeira turma a ser observada foi uma turma de segundo ano do ensino médio, do período noturno, e havia 22 alunos presentes. Como foi a primeira aula do ano de física,<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=452">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 19/02/2013, iniciei as minhas observações de aulas de física para a disciplina de Estágio Supervisionado para o Ensino de Física A. A primeira turma a ser observada foi uma turma de segundo ano do ensino médio, do período noturno, e havia 22 alunos presentes.</p>
<p>Como foi a primeira aula do ano de física, o professor iniciou a aula colocando as regras que deveriam ser cumpridas nas aulas desta disciplina. Entre as regras citadas, estava o silêncio durante as explicações, e a lei que exige que os alunos não utilizem celular durante as aulas. Em seguida, foram colocados aos alunos quais seriam os conteúdos estudados durante o ano.</p>
<p>O primeiro conteúdo a ser estudado, é a Termologia, e o professor iniciou colocando a definição e explicando o que é termometria, para facilitar a compreensão, utilizou exemplos com os sentidos (tato, olfato) e exemplos do cotidiano. Para ilustrar equilíbrio térmico, sensação de frio e calor, questionou aos alunos se tivessem uma lata de refrigerante e uma garrafa de refrigerante, qual estaria mais frio.</p>
<p>Enquanto realizava a explicação, utilizava o quadro de giz, para colocar os tópicos e definições importantes, assim como ilustrações. Os alunos estavam com o caderno aberto, e a maioria copiava o que era colocado no quadro. Os conhecimentos prévios dos alunos foram explorados, e o professor pôde verificar um erro conceitual bem comum em alunos de ensino médio, que acreditam que calor é a mesma coisa que temperatura.</p>
<p>Em relação à estrutura física da sala, ela é bem ampla e iluminada, possui ventiladores, o quadro de giz é grande e em boas condições.</p>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/20130305_193908.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignnone size-medium wp-image-454" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/20130305_193908-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No dia 25/02/2013, devido a uma mudança de horário da escola, a observação teve que ser realizada em uma turma de primeiro ano do ensino médio, no período noturno. Nestas duas primeiras aulas analisadas, apenas tomei nota e fiz os meus registros usando o computador. A estrutura da sala é a mesma que a sala utilizada pelo segundo ano, e descrita anteriormente.</p>
<p>Nesta aula, o professor iniciou relembrando a explanação sobre o surgimento da ciência. Esta era a segunda aula que eles tinham de física neste ano. Na primeira aula o professor solicitou um trabalho sobre o que é a física. A maioria dos alunos fez e entregou o texto solicitado.</p>
<p>O número de alunos presentes era de 34 alunos. Notei que está turma é mais agitada do que a turma analisada anteriormente. Por isso, por vezes, foi preciso que o professor chamasse a atenção dos alunos.</p>
<p>O professor, solicitando a atenção dos alunos, falou sobre a importância das matérias de ensino médio na formação dos alunos. Foi possível notar que alguns alunos estavam desinteressados, porém permaneceram em silencio. Em conversa com a coordenadora de estágio, ela relatou que a maioria dos alunos trabalha durante o dia, o que explica a apatia e o cansaço da maioria dos alunos.</p>
<p>Após a explanação da importância das matérias do ensino médio, o professor começou a aula sobre como é o método científico. Para isso o professor se utilizou do quadro de giz, colocando tópicos a serem explorados. Quando o professor falou sobre o método de Galileu Galilei, observei que nenhum aluno perguntou quem era Galileu Galilei, mesmo o professor salientando a importância deste para a ciência, com a exploração da experimentação.</p>
<p>O professor, por ser uma turma do noturno, explora mais a parte de fenômenos.</p>
<p>Em certo momento da aula, o professor sentiu o desinteresse da turma, e propôs uma análise de uma situação: utilizou-se de um apagador com uma folha para exemplificar um fenômeno físico, de que a todos os corpos possuem a mesma aceleração (gravidade).</p>
<p>* Primeiro soltou o Apagador e a folha aberta</p>
<p>* Depois soltou o Apagador e a folha fechada</p>
<p>Perguntou então aos alunos por que com a folha aberta obtinha um resultado e com a folha fechada outro. Isso despertou a atenção dos alunos, e vários tentaram formular explicações do porque da folha fechada chegar mais rápido do que afolha aberta. A maioria dos alunos concluiu que a resistência do ar estava envolvida. Depois disso o professor perguntou aos alunos se caso a situação tivesse sido num ambiente sem ar, quais seriam os resultados. Vários alunos responderam que os dois chegariam juntos. Com isso o professor retomou o assunto sobre o método cientifico de Galileu Galilei, interligando o que estava escrito no quadro com a análise feita em sala. Não foram feitos exercícios nesta aula, e também não foi utilizado nenhum livro didático.</p>
<p>Em 05/03/2013, a análise foi realizada novamente na turma de primeiro ano do ensino médio, apesar de terem 40 alunos matriculados na turma, havia apenas 29 alunos presentes, em conversa com o professor, ele explicou que isso se deve ao dia chuvoso.</p>
<p>A aula foi iniciada com a explicação sobre o sistema internacional de unidades (S.I). Através de um discurso introdutório, contextualizou que as unidades são caracterizadas pelo local onde são utilizadas, como exemplo citou que na Inglaterra é utilizada polegada, o que não é usual no Brasil. Com isso frisou a importância do sistema de unidades.</p>
<p>Em seguida o professor utilizou o quadro de giz da seguinte forma: perguntava aos alunos como se media massa, eles respondiam grama, kilograma, tonelada. Com isso o professor frisou que kilograma é o utilizado no (S.I) e sua sigla (Kg).</p>
<p>Para explicar grandezas físicas, o professor questionou se os alunos podiam medir o quanto gostam de física. Alguns alunos ficaram intrigados com a ideia, e disseram que podiam medir. Uma aluna falou que gostava de física 0,001fisica. Na mesma hora os alunos riram, percebi que o conceito de grandeza ficou claro para a maioria dos alunos (tudo que pode ser medido).</p>
<p>Após isso o professor explicou sobre a diferença entre grandeza vetorial e grandeza escalar. Uma avaliação foi marcada para o dia 12/03/13, sobre o conteúdo dado desde o início das aulas. Nenhum exercício escrito foi realizado nesta aula, somente questões orais.</p>
<p>Sobre os livros de física, o professor me explicou que o estado disponibiliza um número <strong>x</strong> para o ensino médio, que é distribuído com prioridade para o ensino matutino e vespertino, e o excedente é dado aos alunos das turmas do período noturno. Se não houver livros didáticos para todos, os livros distribuídos para a noite são os da edição passada. Até esta data, os alunos não haviam recebido nenhum livro.</p>
<p>No dia 12/03/2013, era a data para a prova dos alunos do primeiro ano, porém o xerox da escola não estava funcionando, portanto não foi possível fotocopiar as provas. A aula neste dia foi então realizada no laboratório de física do colégio. Foi entregue aos alunos o livro didático de física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Livro Universo da física 1 (mecânica)</p>
<div>
<p>Autores:  José Luiz Sampaio e Caio Sérgio Calçada</p>
<p>Editora Atual Editora</p>
<p>2° edição São Paulo,2005</p>
</div>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/20130312_191706.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/20130312_191706-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Enquanto os livros eram entregues aos alunos, observei o laboratório de física da escola. O governo não repassa verba para o laboratório, sendo assim a maior parte das experiências são montadas pelos professores, e devido à falta de recurso, não há manutenção nos equipamentos. Existem no laboratório alguns experimentos clássicos, com lâmpadas e multímetro, e também um Gerador de Vander Graf. Porém para parte de mecânica há poucas experiências.</p>
<p>No dia 19/03/2013 havia 36 alunos, dos 40 matriculados. O professor começou a aula corrigindo um exercício, que serviu como revisão para a prova aplicada em seguida.</p>
<p>Pelo que pude perceber, os alunos entenderam a linha de raciocínio. Porém, durante a explicação o professor pediu silencio e atenção dos alunos, como alguns não respeitaram, o professor teve que solicitar que uma aluna se retirasse de sala. Verifiquei que os outros alunos, após a exclusão se comportaram de forma melhor.</p>
<p>Após a resolução do exercício foi entregue a prova, para ser realizada com consulta. A prova compreendeu questões associativas, objetivas e abertas.</p>
<p>A aula do dia 26/03/2013 contava com apenas 18 alunos presentes. Neste dia, o professor começou a aula passando o gabarito da prova no quadro, para que os alunos quando recebessem a prova pudessem conferir se não havia nenhum erro de correção e que verificassem o que erraram em cada questão.</p>
<p>O professor teve que juntar as duas turmas de primeiro ano do colégio, devido ao baixo numero de alunos presentes. (Quando chove há grande número de faltas).</p>
<p>Enquanto a prova era entregue, conversei com uma aluna, e segue abaixo as suas colocações em relação à disciplina de física:</p>
<p>“Meio chatinhos os cálculos, mas consigo aprender. Consigo enxergar muito pouco da física no dia a dia.”</p>
<p>Ela é uma aluna repetente, entrou no colégio em 2012 e está fazendo novamente o primeiro ano. Contou que prefere a parte de fenomenologia da física do que cálculos. Como exemplo ela citou a demonstração feita em sala onde os corpos caem juntos no chão. Disse também não ter o hábito de estudar em casa.</p>
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