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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; eletricidade</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G2) HFC e Modelos no Ensino de Eletrodinâmica</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2014 00:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[G2]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[modelização]]></category>
		<category><![CDATA[Relato]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação. Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização. A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer.<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1579">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação.<br />
Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização.<br />
A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer. Quais idéias e noções ele já possui, ainda que não estejam corretas; sobre Física. Abordar o conteúdo físico de uma maneira menos tradicional (professor explicando e aluno escutando) está aqui com o intuito um pouco além de investigar as pré concepções que o aluno traz consigo mas, permitir a este se sentir colaborador da aula, da construção da mesma.<br />
Trabalhar com modelos foi escolhido para proporcionar uma visão menos abstrata do conteúdo. É de certa forma, uma maneira até de apegar-se ao entendimento do conceito físico e, que entendendo o que este significa; consiga avançar o conteúdo em toda sua extensão; inclusive matemática.<br />
Minha primeira prática planejada é modelizar a corrente elétrica para que o aluno compreenda melhor o que é, entenda o significado da unidade Ampere ou seja, tenha noção da intensidade de corrente.<br />
(Darei continuidade aqui conforme ir avançando nas minhas aulas)</p>
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		<title>(G5) &#8211; Relato das primeiras aulas de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 14:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[aulas experimentais na perspectiva construtivista]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>
		<category><![CDATA[Roberta]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciei o estágio no dia 03/04 conforme previsto, porém por orientação da professora regente da turma, precisei mudar meu planejamento, pois havia preparado para iniciar o conteúdo de &#8220;Definição de carga elétrica e Interação entre cargas e os processos de eletrização&#8221;, porém ela marcou uma avaliação para o dia 07/04, então solicitou que eu fizesse<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1479">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciei o estágio no dia 03/04 conforme previsto, porém por orientação da professora regente da turma, precisei mudar meu planejamento, pois havia preparado para iniciar o conteúdo de &#8220;Definição de carga elétrica e Interação entre cargas e os processos de eletrização&#8221;, porém ela marcou uma avaliação para o dia 07/04, então solicitou que eu fizesse uma revisão dos conteúdos antes da realização da prova, com intuito de relembrar conceitos e resolver exercícios em sala de aula, então não pude iniciar com o conteúdo previsto no plano de ensino, porém como avaliação é parte integrante do processo de ensino aprendizagem, realizei as aulas como ela havia solicitado.</p>
<p>Na semana seguinte comecei a aplicar meu planejamento, então na aula do dia 10/04, consegui com a professora da aula seguinte que cedesse sua aula para ficar com duas aulas e poder ter tempo de concluir atividade proposta que foi a seguinte, o tema da aula foi  processos de eletrização, onde levei Kits de materiais para que os alunos realizassem seguinte atividade:</p>
<p>1) Com um canudo de plástico, um pedaço de papel higiênico e um pouco de papel picado, os alunos atritaram o canudo utilizando o papel higiênico e o aproximaram do papel picado, atraindo o papel até o canudo.</p>
<p>2) Na segunda atividade com uma bola de papel alumínio e um pedaço de linha de costura, penduraram a bola de alumínio na carteira para que ela pudesse ter liberdade de oscilação. Atritaram o canudo de plástico com o papel higiênico e aproximaram o mesmo da bola de alumínio.</p>
<p>Após a realização das atividades iniciamos a discussão dos fenômenos observados, na aula seguinte fizemos um resumo no caderno dos processos de eletrização, com a descrição de cada uma dos fenômenos, relacionando o que perceberam na prática com a teoria.<a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/027.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1480" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/027-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>(G5) Aulas experimentais na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2014 22:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades experimentais]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[G5]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[Refletindo acerca do ensino de física, as possibilidades e contribuições de um modelo de ensino como instrumento auxiliar ao planejamento, desenvolvimento e avaliação de propostas de ensino de física, voltados para a promoção de mudanças cognitivas e como forma de motivação e de construção do conhecimento científico. O autor do artigo relata, baseado em sua<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1315">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1364" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/ppiage01.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="size-thumbnail wp-image-1364" title="piaget" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/03/piaget1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Jean Piaget. Fonte: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/ppiage01.jpg</p></div>
<p>Refletindo acerca do ensino de física, as possibilidades e contribuições de um modelo de ensino como instrumento auxiliar ao planejamento, desenvolvimento e avaliação de propostas de ensino de física, voltados para a promoção de mudanças cognitivas e como forma de motivação e de construção do conhecimento científico. O autor do artigo relata, baseado em sua experiência profissional, que o ensino experimental de física nas escolas, quando existe é ministrado na maioria das vezes, sem relação com o conteúdo, sem relação do que é ensinado na sala de aula com o que se mostra no laboratório.</p>
<p>As aulas experimentais com uma perspectiva construtivista pode ser uma forma de melhorar o ensino de física e assim torná-lo mais atrativo e aproximá-lo com a realidade do seu cotidiano, o aluno traz consigo uma bagagem enorme de conhecimento vindo da sua vivência e práticas experimentais na perspectiva construtivista aproveita tudo que ele já sabe, fazendo uma ponte entre o saber do aluno e o conhecimento científico.</p>
<p>O artigo “Investigação do papel da experimentação na construção de conceitos em eletricidade no ensino médio”, de Joaquim de Oliveira Barbosa, trata de uma proposta de ensino de física numa abordagem baseada em estudos de Piaget, onde propõe a divisão de alunos, para comparação de resultados obtidos. Dividiu a turma em dois grupos, o qual chamou de “Grupo controle” e “Grupo experimental”, no grupo controle os alunos tiveram aulas tradicionais, quadro, giz e alguns experimentos demonstrados pelo professor, o enfoque do conteúdo foi eletricidade.</p>
<p>Já o grupo experimental, participou de aulas na perspectiva o construtivista, onde o professor era apenas orientador do processo, os alunos realizaram experimentos com a construção de circuitos elétricos, para isso responderam um questionário que levava em consideração todas as ideias intuitivas que tinham do assunto. Após responder o questionário, montaram o aparato experimental, em seguida observaram e analisaram criticamente o que acontecia com durante o experimento, assim puderam construir conceitos novos e abandonar concepções errôneas acerca do assunto estudado. Assim o aluno acaba vivenciando o conteúdo e percebendo que algumas concepções que tinha do assunto não estavam completamente certas e podem então com facilidade mudar seu entendimento.</p>
<p>Quando as aulas são no estilo tradicional, parece que mesmo que o aluno tenha concepções destorcidas do fenômeno físico, fica difícil abandonar esse conceito, porém quando ele por si mesmo percebe o erro, ele mesmo conclui que o que sabia sobre o assunto era errado.</p>
<p>ROSA, Cleci T. Werner da. ROSA Álvaro Becker da. <strong>Aulas experimentais na perspectivas construtivista: proposta de organização do roteiro para aulas de física. </strong>Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012.</p>
<p>BARBOSA, Joaquim de Oliveira; PAULO, Sérgio Roberto de; RINALDI, Carlos. <a href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/6881"><strong>Investigação do papel da experimentação na construção de conceitos em eletricidade no ensino médio</strong></a>.  Caderno Brasileiro de Ensino de Física, [S.l.], v. 16, n. 1, p. 105-122, jan. 1999. ISSN 2175-7941. Acesso em: 30 Mar. 2014.</p>
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		<title>Física no terceiro ano do ensino médio</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 11:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de Física]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 5 semanas de observação em uma turma do terceiro ano do ensino médio, nota-se que o ano escolar inicia-se com conteúdos curriculares referentes aos fenômenos elétricos. Partindo-se do conceito fundamental de carga elétrica, existe todo um encadeamento organizado e sistematizado de conteúdos que descrevem as interações que ocorrem entre cargas elétricas. A partir do<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=440">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após 5 semanas de observação em uma turma do terceiro ano do ensino médio, nota-se que o ano escolar inicia-se com conteúdos curriculares referentes aos fenômenos elétricos. Partindo-se do conceito fundamental de carga elétrica, existe todo um encadeamento organizado e sistematizado de conteúdos que descrevem as interações que ocorrem entre cargas elétricas. A partir do conceito fundamental são descritos processos de eletrização, a Lei de Coulomb, Campos Elétricos, Lei de Ohm, etc. Todos esses conceitos, ou a maioria deles, envolvem um conceito ainda mais geral: o de força.</p>
<p>Existem 4 forças fundamentais na natureza: A força gravitacional, a força nuclear fraca, a força nuclear forte e o Eletromagnetismo. A Mecânica Quântica é o modelo que existe atualmente para tratar as forças nucleares fraca e forte, e também o eletromagnetismo, como manifestações de uma única interação mais fundamental. As pesquisas em Física tentam incluir a força de gravidade e unificar as 4 forças em uma “Grande Teoria da Gravitação Quântica”, até agora sem sucesso.</p>
<p>Os fenômenos elétricos fazem parte do eletromagnetismo, que combina as forças elétricas e as forças magnéticas. Compreender os fenômenos elétricos, é compreender um aspecto daquelas 4 forças fundamentais. Isto seria um objetivo “mais filosófico” dentro da Física. É ótimo olhar para o nosso mundo e entender o que está se passando. É ótimo olhar para uma imagem na TV e (além de curtir o filme) entender como ela se forma. É bom compreender como se formam os raios e relâmpagos em uma tempestade.</p>
<p>Em se tratando de Física Aplicada, como poderíamos compreender o mundo atual, sem os conhecimentos sobre eletricidade? A eletricidade faz parte de nosso dia a dia.</p>
<p>A transmissão e construção de conhecimentos sobre eletricidade envolve também a transmissão e construção de conhecimentos matemáticos. A Física usa e abusa da Matemática. Isto pode ser um aspecto dificultador no ensino dos conteúdos sobre eletricidade, pois existe muita matemática envolvida. Os estudantes têm que estar familiarizados com geometria, trigonometria e álgebra, se quiserem entender os conceitos referentes a este conteúdos.</p>
<p>Por outro lado, existem muitos “eletricistas” que não sabem quase nada da teoria Física, mas que são capazes de montar um protótipo de um rádio, por exemplo, ou fazer os mais variados trabalhos e consertos em aparelhos elétricos. Muito físicos, quando tem algum problema em equipamentos elétricos, chamam técnicos para fazerem os consertos necessários. Então, o ideal é que tivéssemos acesso à teoria e à prática.</p>
<p>Nosso sistema educacional é deficiente. Seria bom se pudéssemos ter um sistema educacional de período integral, onde os estudantes em formação tivessem mais tempo de estudos, teóricos e práticos. Seria bom se houvesse mais tempo para a realização de experiências que produzissem um conhecimento palpável e visível do que se apresenta na teoria. No modelo atual, a Física acaba se tornando uma coisa muito abstrata. E muitos estudantes podem pensar naquela famigerada frase: “Pra que eu vou usar isso?”</p>
<p>E quando se estuda a matemática, talvez seria uma boa opção relacionar, ao mesmo tempo, como os seus conteúdos têm alguma aplicação na Física. Afinal as duas ciências caminham juntas:  A lei dos co-senos por exemplo&#8230; Seria uma boa opção que, ao se ministrar esse conteúdo nas aulas de matemática,  se pudesse exemplificar sua aplicação na Lei de Coulomb. Mas para isso, o professor de Matemática deve possuir também bons conhecimentos de Física. Esta seria uma situação ideal, mas que no contexto atual do nosso sistema de ensino, ainda está longe de se tornar realidade.</p>
<p>Uma questão que se coloca: Qual a melhor forma de se avaliar os alunos? Pela experiência que estou tendo no estágio, estou vendo a aplicação de um modelo de avaliação que independe de provas, sejam objetivas ou discursivas. Existem na literatura de pesquisa em ensino de Física, textos que sugerem a possibilidade de adoção de outras formas de avaliação. Neste aspecto, penso que isto depende de muitas variáveis, como por exemplo, a própria disciplina que se está lecionando, o comportamento da turma em sala de aula, a experiência do professor, os objetivos dele, etc. Se tudo isso for levado em conta penso também que este modelo de avaliação sem provas pode ser aplicado sem prejuízo ao processo de ensino-aprendizagem.</p>
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