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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; Eletrostática</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G5) Plano de ensino</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2014 17:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste vídeo estou apresentando o plano de ensino das aulas ministradas no estágio supervisionado C. Tendo como tema de reflexão, atividades experimentais na perspectiva construtivista e os conceitos físicos, eletrostática, Lei de Coulomb e campo elétrico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo estou apresentando o plano de ensino das aulas ministradas no estágio supervisionado C. Tendo como tema de reflexão, atividades experimentais na perspectiva construtivista e os conceitos físicos, eletrostática, Lei de Coulomb e campo elétrico.</p>
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		<title>(G5) Lei de Coulomb</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 03:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste vídeo faço um pequeno relato sobre os conceitos físicos, eletrostática e Lei de Coulomb.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo faço um pequeno relato sobre os conceitos físicos, eletrostática e Lei de Coulomb.</p>
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		<title>(G5) Vídeo depoimento &#8211; Atividade experimental na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2014 01:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse vídeo, relato o que aconteceu no desenvolvimento da atividade experimental na perspectiva construtivista, aplicada na turma do 3º ano do ensino médio, durante o estágio supervisionado C. Nessa atividade os alunos construiram um pêndulo eletrostático e elaboram questões sobre cargas elétricas, processos de eletrização e o princípio de atração e repulsão, para serem respondidas<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1776">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse vídeo, relato o que aconteceu no desenvolvimento da atividade experimental na perspectiva construtivista, aplicada na turma do 3º ano do ensino médio, durante o estágio supervisionado C. Nessa atividade os alunos construiram um pêndulo eletrostático e elaboram questões sobre cargas elétricas, processos de eletrização e o princípio de atração e repulsão, para serem respondidas através do pêndulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>(G5) Relato da atividade experimental na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 20:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nizilene Daiane Soares Muller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 09/04, comecei a desenvolver o meu tema de reflexão, que é atividade experimental na perspectiva construtivista. No primeiro momento passei os objetivos da atividade, e ditei os materiais necessários para a construção do pêndulo eletrostático e pedi para os alunos formarem grupos. Com tudo organizado eles tinham que primeiro citar alguns materiais que<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1499">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 09/04, comecei a desenvolver o meu tema de reflexão, que é atividade experimental na perspectiva construtivista. No primeiro momento passei os objetivos da atividade, e ditei os materiais necessários para a construção do pêndulo eletrostático e pedi para os alunos formarem grupos. Com tudo organizado eles tinham que primeiro citar alguns materiais que eles poderiam estar trazendo para ser eletrizado, consultando a tabela tribo elétrica, e depois eles elaborarão algumas questões sobre eletrostática, que poderia ser respondidas através do pêndulo eletrostático.<br />
No dia 16/04, iniciei a aula mostrando como se monta um pêndulo eletrostático, depois eles realizaram a atividade experimental com os seus materiais, pois cada grupo tinha materiais diferentes, para a verificação da eletrização. Durante a atividade, percebi que os alunos no primeiro momento não conseguiram fazer uma ponte com os conceitos estudados, pois eles aproximavam os materiais que eles tinham, sem fazer a eletrização. Percebendo o que estava acontecendo, questionei: Será que estes materiais que vocês trouxeram já estão eletrizados? Quais são os processos de eletrização que aprendemos? Depois do questionamento continuaram realizando a experiência e respondendo as questões elaboradas por eles. Na próxima aula irei discutir com o grande grupo, o que aconteceu durante a atividade experimental construtivista.</p>
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		<title>semana de 11/03 a 15/03</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 02:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
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		<category><![CDATA[Eletrostática]]></category>

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		<description><![CDATA[12/03 – Assisti a mais duas aulas na mesma turma do terceiro ano. Como na semana passada, não foram passados novos conteúdos. O professor passou de dupla em dupla de alunos, para verificar os seus cadernos de apontamentos e resoluções dos exercícios. Verificou também quem já tinha colado a tabela de prefixos para potências de<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=251">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">12/03 – Assisti a mais duas aulas na mesma turma do terceiro ano. Como na semana passada, não foram passados novos conteúdos. O professor passou de dupla em dupla de alunos, para verificar os seus cadernos de apontamentos e resoluções dos exercícios. Verificou também quem já tinha colado a tabela de prefixos para potências de 10 e o alfabeto grego, que ele já tinha pedido nas duas últimas aulas. Penso que estava avaliando os alunos.</p>
<p align="justify">O professor continuou corrigindo a mesma lista de exercícios sobre a Lei de Coulomb (cada vez mais complexos, como era de se esperar). Deteve-se longamente em um problema particular, no qual constavam (em um esquema de um quadrado de 1 metro de lado) 4 cargas nos cantos do quadrado, todas de 6 Microcoulombs. Duas cargas positivas na parte superior e duas cargas negativas na parte inferior. No centro do quadrado “colocou” uma carga positiva de 2 Nanocoulombs. O objetivo era verificar a interação que ocorria entre as 4 cargas nos cantos do quadrado e a carga no centro.</p>
<p align="justify">O professor desenhou o esquema deste problema no quadro. A resolução deste problema foi muito discutida pelo professor com os alunos, pois aparecem 4 forças (duas a duas) em diagonal para baixo, e para a esquerda e para a direita. As duas forças que vão em diagonal para baixo e para a esquerda fazem um ângulo de 90º com as duas forças que vão em diagonal para baixo e para a direita. E a força resultante aponta diretamente na direção vertical.</p>
<p align="justify">O professor insistiu que os alunos prestassem bastante atenção no desenho esquemático do problema. Relacionou a geometria Euclidiana com este problema explicando como se obtinha a distância entre as cargas e explicou também que se fizessem o desenho direito, perceberiam a formação de triângulos retângulos e a possível aplicação do teorema de Pitágoras. Percebi que os alunos tiveram dificuldade na resolução deste problema, que foi longamente explicado pelo professor e os alunos copiaram.</p>
<p align="justify">Este problema consumiu quase que uma aula inteira, então não sobrou muito tempo para outras explicações. Além disso, houve duas interrupções: Uma, quando um funcionário pediu licença para adentrar na sala e explicar o procedimento que os alunos deveriam adotar se chegassem atrasados (assinar um determinado papel na secretaria e entregar ao professor). E a outra interrupção ocorreu, mais no final da aula, quando o professor começou a combinar com os alunos uma futura viagem que fariam no segundo semestre, para Minas Gerais, a fim de testemunhar a atração magnética que a Terra exerce em automóveis, em ladeiras nas quais os carros aparentemente sobem sozinhos.</p>
<p align="justify">Então, pode-se afirmar que as duas aulas foram praticamente consumidas na resolução de um único problema. O ponto positivo foi a excelente explicação do professor e o excelente desenho esquemático que ele fez, reiterando aos alunos, que este procedimento representa 75% da resolução. Esse ponto os alunos aparentemente entenderam bem, pois quando eu estava fazendo o meu rascunho para o exercício, (bem tosco por sinal) uma aluna me deu “uma bronca”, dizendo que meu desenho nem parecia um quadrado. Aceitei na boa a observação e disse que ela estava correta, que meu desenho estava ruim mesmo, e que eles deviam seguir a orientação do professor.</p>
<p align="justify">14/03 – Neste dia passei na Secretaria e conversei com duas funcionárias que ali estavam. Fiz algumas perguntas gerais sobre a escola. Esta escola não tem Laboratório de Ciências, então a parte prática das disciplinas de ciências fica a cargo da criatividade dos professores, e de sua capacidade e interesse em apresentar experiências fáceis de se fazer.</p>
<p align="justify">Elas disseram ainda que quando há falta de professores por algum motivo (licença médica, etc&#8230;), os alunos não são dispensados. Eles ficam fazendo alguma atividade na escola. “Antigamente” os alunos, nesse caso, eram dispensados, mas atualmente isso mudou.</p>
<p align="justify">A escola possui uma sala de informática. Eu dei uma passada nesta sala e vi muitas crianças “trabalhando” nos computadores.</p>
<p align="justify">O assunto “merenda escolar” também foi trazido à tona. Todos os alunos tem acesso à alimentação, desde os do ensino fundamental até os do ensino médio. Eles fazem refeições em horários diferentes, no recreio. Primeiro os alunos do ensino fundamental, depois os alunos do ensino médio.</p>
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		<title>semana de 04/03 a 08/03</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 11:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
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		<category><![CDATA[Eletrostática]]></category>

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		<description><![CDATA[05/03 Foram observadas mais duas aulas. O professor não passou novos conteúdos. Ele continuou acompanhando os alunos na resolução dos exercícios sobre a Lei de Coulomb, que havia passado na aula anterior. Desenhou o esquema de um dos problemas no quadro. Desenhou uma carga negativa e uma carga positiva. Atribuiu 2n C para a carga<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=162">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>05/03 </strong></p>
<p>Foram observadas mais duas aulas. O professor não passou novos conteúdos. Ele continuou acompanhando os alunos na resolução dos exercícios sobre a Lei de Coulomb, que havia passado na aula anterior.</p>
<p align="justify">Desenhou o esquema de um dos problemas no quadro. Desenhou uma carga negativa e uma carga positiva. Atribuiu 2<em>n C</em> para a carga negativa e 2µ<em>C</em> para a carga positiva. Desenhou a carga positiva como “uma bola” bem maior que a carga negativa.</p>
<p align="justify">Em seguida perguntou o nome de uma aluna e questionou para ela: Quanto vale a “carga grandona”? Ele esperava que a aluna respondesse 2 Microcoulombs. Mas a aluna vacilou e não respondeu. O professor então, perguntou se os alunos fizeram o que ele tinha pedido na aula anterior (colar uma tabela com os prefixos para potências de 10 e letras gregas no livro).</p>
<p align="justify"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-xmDRkcIWWBo/TcCpQCwpfgI/AAAAAAAAACQ/hRIpX2c8628/s1600/ABbliaSagradaVersoDigital.gif" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignleft" title="&quot;Bíblia&quot;" src="http://3.bp.blogspot.com/-xmDRkcIWWBo/TcCpQCwpfgI/AAAAAAAAACQ/hRIpX2c8628/s1600/ABbliaSagradaVersoDigital.gif" alt="" width="240" height="217" /></a>Alguns alunos responderam que sim, então o professor deu uma olhada nas tabelas e pediu que os outros fizessem o mesmo. Inclusive falou: &#8220;Colem essa tabela na “bíblia”&#8221;, se referindo ao livro didático. Ele mostrou para todos como uma aluna tinha feito isso de maneira bem caprichada.</p>
<p align="justify">Continuando, ele enfatizou que para resolver os exercícios “o desenho esquemático do problema é 75 % do problema, o resto as calculadoras fazem”. Certamente foi por isso que ele tinha explicado bastante sobre o uso de calculadoras científicas na aula anterior. Ele ainda perguntou a um aluno: “Tu trouxesse a tua calculadora científica?” Como o aluno respondeu que não, o professor retrucou em tom de gozação: “Nas minhas aulas de Física não precisa de calculadora, mas nas aulas de religião precisa”.</p>
<p align="justify">Então ele pediu que os alunos resolvessem o exercício e ficou observando. Os alunos sentam aos pares e o professor resolveu acompanhar atentamente uma determinada dupla. Uma aluna que estava sentada na minha frente perguntou se eu sabia fazer. Eu respondi que sim e ela me pediu para mostrar como se faz. O professor percebeu e falou para ela: “Isso não é atribuição dele e sim de vocês.” Quando ele se afastou eu não resisti à tentação e respondi para a aluna que eu “já tinha feito de cabeça”, (pois a distância foi dada como 10 cm). A aluna em questão ficou espantada e comentou com o colega ao lado: “pô, ele já fez de cabeça!”, certamente pensando que eu era um gênio. Achei muito engraçado este momento.</p>
<p align="justify">O professor pediu que os alunos continuassem a resolver os exercícios e deu uma saída da sala. Surpreendentemente, os alunos ficaram quietos (alguma conversa aqui ou ali) e ficaram absortos em sua tarefa. Depois de uns 5 minutos, mais ou menos, o professor voltou com um notebook, e mostrou para mim o planejamento de ensino que ele fez para todos os 4 bimestres. Esse documento encontra-se no anexo.</p>
<p align="justify">A aula prosseguiu e o professor esclareceu que os exercícios estavam ficando cada vez mais “difíceis”, já que começaram a aparecer problemas com 3 cargas, mas que tinha que ser assim mesmo. Explicou o conceito de força resultante quando estão envolvidas mais cargas. Como ele deu uma apressada no ritmo dos trabalhos a mesma aluna que já tinha falado comigo disse: “Se tu for professor não seja apressado que nem ele”. Eu apenas sorri para ela. O professor enfatizou novamente que se aprendesse a usar as calculadoras e perguntou se alguém ainda tinha dúvidas de como usá-las. E assim terminaram essas duas aulas.</p>
<p align="justify">Já deu para perceber que essa turma do terceiro ano é bem comportada. Os alunos conversam durante a aula, mas em tom baixo e não fazem bagunça. Será que é uma exceção? Pretendo observar outra turma para fazer comparações.</p>
<p align="justify">Antes das aulas iniciarem, foi conversado com o professor sobre o fato de ele não fazer provas. Ele disse que isso é decisão pessoal dele. Ele explicou que tem 13 anos de experiência como professor, e também já fez provas como se faz normalmente. Agora ele usa o seguinte método: Ao fazer a chamada pelo diário de classe, ele vai colocando símbolos (letras do alfabeto grego) junto aos nomes dos alunos, que equivalem a notas pelo desempenho individual em aulas anteriores. Ele avalia os cadernos dos alunos, os desenhos que eles fazem, além do comportamento geral em sala de aula. Foi perguntado se ele já reprovou alguém dessa maneira e ele respondeu que sim. Também disse que consegue avaliar quem merece aprovação ou não.</p>
<p align="justify"><strong>07/03</strong></p>
<div id="attachment_200" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/biblioteca-11.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class=" wp-image-200 " title="Biblioteca" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2013/03/biblioteca-11-300x225.jpg" alt="" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Biblioteca, sendo reorganizada.</p></div>
<p align="justify">Neste dia fui à biblioteca da escola. Chegando lá percebi que havia dois alunos tentando organizar os livros. Passei a conversar um pouco com eles. Eles me disseram que a biblioteca está fechada há uns 4 ou 5 anos. Fechada, no sentido de que não existe organização nenhuma. Os alunos me disseram que, por iniciativa deles e de ex-alunos, estão tentando organizar novamente. Na aula de educação física, alguns voluntários são dispensados e vão à biblioteca para tentar botar os livros em ordem. O que eu vi foi o seguinte: Os livros novos estão empilhados num local e são relativamente fáceis de se achar. Tanto que a coordenadora dos estágios me presenteou com a coleção de Física para o ensino médio. O grande problema é se você quiser encontrar algum determinado livro mais antigo. Aí você tem que procurar muito, e se tiver sorte vai achar. A biblioteca está sem organização nenhuma, tá complicado de se achar alguma coisa. Menos mal que os próprios alunos estão tentando reorganizar a biblioteca.</p>
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		<title>semana de 25/02 a 01/03</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 11:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Thomazelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrostática]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta primeira semana,  foi observado que  o  conteúdo que  está  sendo  tratado  no terceiro ano do ensino médio é sobre Eletricidade (cargas elétricas, Lei de Coulomb, etc&#8230;). O professor é Licenciado em Física por uma universidade do RS. A turma é composta por 32 estudantes. Na primeira aula o professor referiu-se aos assuntos tratados na<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=155">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Nesta primeira semana,  foi observado que  o  conteúdo que  está  sendo  tratado  no terceiro ano do ensino médio é sobre Eletricidade (cargas elétricas, Lei de Coulomb, etc&#8230;). O professor é Licenciado em Física por uma universidade do RS. A turma é composta por 32 estudantes.</p>
<p align="justify">Na primeira aula o professor referiu-se aos assuntos tratados na aula anterior. Cobrou dos alunos um relatório sobre o conteúdo passado até então, e que não havia sido feito até aquele momento.</p>
<p align="justify">À medida que ia passando os novos conteúdos sobre a Lei de Coulomb, através de interações discursivas, (pois pouco usou o quadro), houve um determinado momento em que solicitou que se apresentassem 2 (dois) alunos voluntariamente para fazer uma pesquisa, <span style="text-decoration: underline;">porém sem dizer qual o assunto dessa pesquisa</span>. Quando dois alunos se apresentaram o professor disse: “Eu quero saber sobre raios e pára-raios”. Os dois alunos ficaram então responsáveis por esta pesquisa.</p>
<p align="justify">Neste momento, ao fazer uma pequena observação sobre pára-raios, o professor usou a oportunidade para fazer uma anedota: “Se um raio caísse num presídio onde todos estivessem cercados por grades de ferro, na verdade os presos estariam protegidos, pois estariam dentro de uma ‘gaiola de Faraday’”.</p>
<p align="justify">Aqui, como foram citados presos e presídios, abriu-se uma oportunidade para se falar de ética e cidadania, pois surgiu o assunto dos torcedores de um time brasileiro, presos na Bolívia. <span style="text-decoration: underline;">É interessante mencionar este episódio, pois a física foi deixada de lado momentaneamente</span>, para que outros assuntos igualmente importantes para a sociedade, viessem à tona. Houve uma pequena discussão sobre esse assunto.</p>
<p align="justify">Continuando a aula, o professor deu explicações sobre o uso de calculadoras científicas, e então passou a usar o quadro, para explicar os prefixos para potências de dez: mili, micro, nano, pico, quilo, mega, giga, etc&#8230; Falou um pouco também sobre as letras gregas que se usam na Física. Pediu que os alunos colassem em seu livro uma tabela com prefixos e letras gregas.</p>
<p align="justify">Em seguida, também usando o quadro, ilustrou esquematicamente cargas elétricas positivas e/ou negativas e seu comportamento no que se refere à Lei de Coulomb. Ilustrou as forças repulsivas e atrativas que agem entre as cargas, conforme o caso. Explicou também a relação matemática da Lei de Coulomb. Nesta parte da aula, houve muita interação discursiva.</p>
<p align="justify">Prosseguindo, o professor ditou alguns exercícios referentes à aplicação da Lei de Coulomb. O professor ficava na parte de trás da turma e observava os alunos. Esperava alguns minutos, acompanhava os trabalhos dos alunos, interagia com eles e posteriormente apresentava as devidas soluções, com comentários. O professor fez importantes relações entre a força eletrostática e a força gravitacional explicando que ambas são proporcionais ao inverso da distância ao quadrado. E assim terminaram as duas aulas.</p>
<p align="justify">Fora do conteúdo propriamente dito, foi observado que o professor se dirigiu a dois alunos que estavam naquela turma pela primeira vez, e explicou como era a sistemática de suas aulas. Ele estava expondo a sua parte no contrato didático, e o que esperava dos alunos.</p>
<p align="justify">O professor advertiu que não admite o uso de celulares em sala de aula, e com certeza, não se ouviu nenhum barulho de aparelhos eletrônicos. Segundo suas próprias palavras, o uso de celulares teria como conseqüência a reprovação na disciplina. Os alunos devem ter entendido e aceitado isto. <span style="text-decoration: underline;">O professor não faz provas</span>. Seu método de avaliação consiste em acompanhar muito atentamente o desempenho de cada um nas atividades em sala de aula e o comprometimento com a disciplina. Por exemplo, quando solicitou dois voluntários para fazer uma pesquisa, sem mencionar o assunto de antemão, imagina-se que, nesse momento, os dois alunos que se apresentaram devem ter sido bem avaliados.</p>
<p align="justify">O livro didático usado nessa turma do terceiro ano é CURSO DE FÍSICA – VOL. 3, dos autores Antonio Máximo e Beatriz Alvarenga (a capa do livro encontra-se no anexo). Segundo o professor, este é um livro que dá muita ênfase à parte “mais conceitual” da Física, sem no entanto abandonar totalmente a parte prática e dos formalismos matemáticos.</p>
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