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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; Camila Nart Gonçalves</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G1) RELATO FINAL: CONTRIBUIÇÕES DO USO DE HFC E MODELOS NO ENSINO DE FÍSICA</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2014 17:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste vídeo é apresentado um breve relato sobre a inserção de História e Filosofia da Ciência e o uso de modelos para o Ensino de Física em turmas do Ensino Médio.Aqui será tratado um pouco da aplicabilidade e contribuição desses temas frente a melhoria da qualidade de aprendizagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste vídeo é apresentado um breve relato sobre a inserção de História e Filosofia da Ciência e o uso de modelos para o Ensino de Física em turmas do Ensino Médio.Aqui será tratado um pouco da aplicabilidade e contribuição desses temas frente a melhoria da qualidade de aprendizagem.</p>
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		<title>(G1) O QUE APRENDI DE NOVO SOBRE FÍSICA!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 14:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse video-depoimento, compartilho com meus colegas o que aprendi de novo sobre Física durante a preparação das minhas aulas para o Estágio Supervisionado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse video-depoimento, compartilho com meus colegas o que aprendi de novo sobre Física durante a preparação das minhas aulas para o Estágio Supervisionado.</p>
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		<title>(G1) VIDEO: RELATANDO A EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 14:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse video-depoimento faço um breve relato sobre a inserção da minha proposta de História e Filosofia da Ciência aplicada nas aulas d Física; as dificuldades, afinidades e observações das concepções da turma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse video-depoimento faço um breve relato sobre a inserção da minha proposta de História e Filosofia da Ciência aplicada nas aulas d Física; as dificuldades, afinidades e observações das concepções da turma.</p>
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		<title>(G1) HFC E MODELAGENS: ESCOLHA DO TEMA E A PROPOSTA DE ESTÁGIO</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 14:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse video refere-se a escolha dos meus temas de investigação: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e a utilização de modelos, modelagens e modelizações. Aqui falo um pouco da proposta e expectativa da aplicação em sala de aula.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse video refere-se a escolha dos meus temas de investigação: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e a utilização de modelos, modelagens e modelizações. Aqui falo um pouco da proposta e expectativa da aplicação em sala de aula.</p>
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		<title>(G1) O Artigo de Referência &#8211; HFC no Ensino de Campo Elétrico</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 22:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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		<category><![CDATA[HFC]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora não conste no meu planejamento inicial, o artigo que escolhi para falar sobre é de Murilo F. Magalhães, Wilma M. S. Santos e Penha M. C. Dias. É um artigo do periódico Revista Brasileira de Ensino de Física (2002). Escolhi este artigo porque foi minha base para trabalhar com História e Filosofia da Ciência<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2023">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora não conste no meu planejamento inicial, o artigo que escolhi para falar sobre é de Murilo F. Magalhães, Wilma M. S. Santos e Penha M. C. Dias. É um artigo do periódico Revista Brasileira de Ensino de Física (2002). Escolhi este artigo porque foi minha base para trabalhar com História e Filosofia da Ciência no ensino de Campo Elétrico.<br />
O artigo apresenta como proposta alternativa para apresentar conceitos de campo elétrico e magnético a História e Filosofia da Ciência. O objetivo do meu planejamento inicial e do artigo é contribuir qualitativamente com a com a idéia de Campo Elétrico. O artigo tem inspiração na teoria da Aprendizagem significativa e escolhe a abordagem feita a partir História da Física por acreditar que esta apresenta os elementos que dão significado ao conceito.<br />
O artigo mostra as dificuldades que os alunos do Ensino Médio possuem em compreender os conceitos de Campo Elétrico e Magnético pois, embora estejam presentes no nosso dia a dia, estão fora do domínio concreto. Com base nisso e pretendendo contribuir na construção de significados, o artigo faz uma proposta: inicialmente é elaborado um questionário que apontasse as concepções prévias do aluno e é a partir dessas concepções prévias juntamente com a História da Física que tem-se por objetivo a aprendizagem significativa do aluno.<br />
As concepções prévias do aluno e a sustentação da História da Física funcionarão como um organizador prévio. E a principal função do organizador é identificar o que o aluno já sabe e o que ele precisa saber.<br />
O artigo também apresenta História da Física em si. Colaboradores e experimentos que serviram na construção dos conceitos físicos de Campo Elétrico e Campo Magnético aparecem durante o texto mas, sucintamente.<br />
Aliás, o que acabei descobrindo tendo que realizar pesquisas em busca de artigos sobre História da Ciência que auxiliasse no ensino de Campo Elétrico é que, a pesquisa na área de HFC para o ensino de eletricidade é carente e necessita de pesquisadores.<br />
Em resumo, a proposta do artigo é a inserção da HFC trabalhada juntamente com as concepções prévias do aluno para atribuir a este uma aprendizagem significativa, pois tendo ciência daquilo que o aluno sabe e o que ele precisa saber; a HFC se mostra como uma proposta alternativa por trazer dentro dela os elementos que o aluno precisa conhecer para organizar seu conhecimento.<br />
O artigo:<br />
MAGALHÃES, Murilo de F. SANTOS, Wilma M.S. &amp; outros.Uma Proposta para Ensinar os Conceitos de Campo Elétrico e Magnético: uma aplicação da História da Física. Revista Brasileira do Ensino de Física, Rio de Janeiro, vol.24, no.4, 489-496, Dezembro, 2002.<br />
Disponível em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/v24_489.pdf</p>
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		<title>(G1) ESTÁGIO SUPERVISIONADO C: DIÁRIO DE CAMPO (AULA A AULA)</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 00:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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		<description><![CDATA[16/04 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Depois de conversas com os professores orientadores do estágio e com a professora supervisora, chegamos ao consenso de que meu tema de investigação partiria em cima dos conteúdos de Eletrodinâmica. Porém, antes seria necessário finalizar força elétrica e campo elétrico. Nesse dia, eles tinham uma avaliação (prova) referente<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2003">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>16/04 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Depois de conversas com os professores orientadores do estágio e com a professora supervisora, chegamos ao consenso de que meu tema de investigação partiria em cima dos conteúdos de Eletrodinâmica. Porém, antes seria necessário finalizar força elétrica e campo elétrico. Nesse dia, eles tinham uma avaliação (prova) referente Lei de Coulomb que deveria durar uma aula. Porém, a avaliação excedeu esse tempo e, o tempo restante da aula me serviu para enunciar/trabalhar o conceito de campo.<br />
Acredito que campo elétrico é um conceito físico difícil de entender e ainda mais, de explicar. Usei uma analogia (embora não seja o tema da minha proposta) para explicar o que é um campo. Comparei ao campo gravitacional da Terra, e procurei passar que um campo é uma região do espaço onde ocorrem fenômenos que obedecem a algumas leis. Por exemplo, em uma determinada região próxima a Terra os corpos são atraídos em direção ao centro da mesma. Utilizei ímãs e o campo magnético também como analogia (foi importante frisar a diferença entre cargas opostas/iguais e pólos opostos/iguais, pois de experiências passadas; o aluno tem a tendência a tratar como a “mesma coisa”).Assim, expus que isso também ocorre com as cargas elétricas, ou seja; há um campo elétrico (uma região nas mediações das cargas) onde ao aproximarmos outras cargas, ocorre fenômeno que obedecem as leis da eletrostática.</p>
<p>23/04 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Quando cheguei na escola,a professora me avisou que iria aplicar a recuperação paralela porque grande parte da sala havia ido mal na prova da semana anterior(direito do aluno de acordo com a Resolução 158 em seu artigo 6º § 1º).Mais uma vez, a prova excedeu o tempo de uma aula o que, novamente; me deu apenas alguns minutos para continuar trabalhando com campo elétrico. Eu tive que recapitular o conceito de campo, até porque alguns alunos não compareceram a última aula. Nessa aula, cheguei a representação das linhas de força de uma carga positiva e da carga negativa. E comecei a explicar a equação de intensidade de campo elétrico (não consegui ir muito longe). Observei que a analogia que eu utilizei na semana passada com ímãs; comparando a força com a distância;foi lembrada e utilizada pelos próprios alunos para fazer a relação matemática entre campo e distância.</p>
<p>30/04 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – As aulas não serão aplicadas devido ao Conselho de classe que ocorrerá nessa data.</p>
<p>07/05 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Quando cheguei na escola os professores não estavam em sala devido a um “imprevisto”ocorrido.Fiquei uns 10 minutos esperando voltarem para poder começar minha aula, como ninguém havia chego até então; resolvi colocar os alunos em sala de aula e começar sem a professora supervisora.<br />
Retomei de onde havia parado com Campo elétrico. Discutimos e resolvemos juntos um exercício que tratava somente dos vetores campo elétrico e , força elétrica. No começo, houve um pouco de confusão mas, depois eles já participavam e respondiam corretamente. Me pareceu que, embora eles já tivessem estudado Força Elétrica, ainda não viam a grandeza vetorial (tanto que me questionaram o que era a seta, quando eu usava a notação para o vetor); apenas trabalhavam com a intensidade da mesma.<br />
Deduzimos juntos também, a equação da intensidade do campo elétrico e relacionamos a proporcionalidade entre a quantidade de carga e, como a intensidade decresce com o aumento da distância. Nessa hora, eles utilizavam para entender o exemplo do ímã e, se referiam aos pólos do mesmo não como pólo Norte e Sul mas como, pólo positivo e negativo.<br />
Eu havia até comentado em uma vídeo conferência que me preocupo muito em usar algumas analogias devido a essas confusões que o aluno acaba tendo, como confundir os pólos de um ímã com o sinal das cargas elétricas.<br />
Exercitamos mais dois exercícios simples, com apenas o cálculo da intensidade. Eu, particularmente; gosto de tratar com o método cartesiano, do mais simples ao mais complexo. Então seguiu assim, primeiro trabalhar somente vetores; depois somente o cálculo da intensidade (um dos exercícios eu variava a distância, sem variar a carga para que eles pudessem “enxergar” como variava a intensidade do campo) e, por último mas, ainda não consegui finalizar, era trabalhar o campo elétrico em um ponto, criado por várias cargas; para que eles pudessem ao mesmo tempo trabalhar com a intensidade e o vetor.<br />
Obs: No final da aula, acho que último 15-20 minutos a professora entrou em sala.</p>
<p>14/05 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Para que eu pudesse investigar a contribuição da História e Filosofia da Ciência para o ensino de Física,eu precisava estabelecer um referencial. Então nessas duas aulas, lecionei campo elétrico de uma forma considerada tradicional. Utilizei novamente uma analogia ao campo gravitacional da Terra para que eles pudessem entender o que era um campo elétrico e, dei a eles uma lista de exemplos de cálculo da intensidade do campo elétrico e fui, juntamente com eles; resolvendo cada exemplo.<br />
Criei uma lista de exemplos cartesiana, partindo do mais fácil para o mais difícil (campo criado pela ação de várias cargas). Por incrível que pareça ou não,eles se mostraram bem interessados na resolução dos cálculos (registrado em vídeo a participação).<br />
Porém faz-se necessário e,esse também é o foco da investigação, a análise qualitativa do conhecimento adquirido. Se nos basearmos em aprender a calcular a intensidade do campo elétrico sem saber o que estamos fazendo; nossa ciência se resumiria a matemática.<br />
Uma pergunta bem interessante surgiu durante a resolução dos cálculos e também serviu de motivação para a próxima aula (que vamos falar de HFC para contribuir no aprendizado qualitativo do aluno): “Professora, o que é a intensidade do campo elétrico? É tipo a força?”</p>
<p>P.S.: Ao final da aula, entreguei uma atividade com conceitos e cálculos de intensidade de campo elétrico e, um questionário onde eles analisavam o que consideravam mais importante em uma aula de Física.</p>
<p>21/05 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) &#8211; Utilizei essas duas aulas para a discussão com os alunos sobre campo elétrico, sob uma perspectiva mais qualitativa. Com um questionário, que foi retirado de um artigo que incentiva a introdução da História e Filosofia da Ciência no ensino de Física, fui questionando os alunos e juntamente com eles formulando o que seria o campo elétrico.<br />
Observei que eles sabem o que é um campo, muitos associam o campo elétrico como aquele criado por uma carga e, quando chegamos na ideia de campo magnético, uma observação feita por um dos alunos, contribuiu para uma comparação melhor, ele dizia referente a um ímã:<br />
“existe um ponto (fazendo referência as proximidades do ímã) que você observa que existe algo ali.”<br />
Questionei : “E como você verifica isso? Apenas olhando?”<br />
Ele me responde: “Não, precisa colocar um outro ímã ou pedaço de ferro para poder sentir.”<br />
Então lancei : “E essa força que você diz sentir, é causada pelo ímã ou pelo corpo que você aproxima? Se retiramos o corpo, essa força (campo) deixa de existir?”<br />
Alguns alunos diziam que sim, outros que não. Então foi realizado a experimentação da limalha de ferro, para que pudéssemos enxergar as linhas de campo criadas pelo ímã.<br />
Passei a aula toda concentrada nas concepções dos alunos, porque sabe-se que não é simples tarefa conseguir modificá-la se esta não estiver de acordo com as explicações da Ciência. E sabendo disso, consegui trabalhar um pouco dos aspectos da História e Filosofia da Ciência com eles, entre estes:<br />
• Uma teoria não é descartada simplesmente porque foi derrubada, existem aspectos mais fortes que implicam na aceitação da mesma como, por exemplo; muitas teorias perduraram por tempo por serem mais simples de serem explicadas ao senso comum;</p>
<p>• A construção do conhecimento não se dá de forma linear. Linearizá-la consiste em uma ciência a &#8211; histórica, e um erro grotesco a HFC;</p>
<p>• Não existe um método irrevogável na construção da Ciência.<br />
Considerei estes três aspectos para conversar com eles pelos seguintes motivos:<br />
1. Mostrar como é importante para o professor conhecer as concepções que eles possuem sobre determinado fenômeno. Que pensar de maneira diferente ao que realmente o fenômeno propõe, não significa não ter conhecimento. Aliás é uma parte importante do ato de aprender e que, pode levar tempo sim. Muitas coisas, por muito tempo, permaneceram sendo acreditadas porque eram mais aceitas pelo senso comum; tinham mais lógica.<br />
2. Com um artigo de História e Filosofia da Ciência coloquei para eles como foi designado o campo elétrico, as experiências realizadas; a contribuição de cientistas que não são lembrados e por fim; que não existe uma receita para estudar, conhecer um fenômeno. Que observações teóricas , empíricas, comparações com modelos; tudo isso pode ser ferramenta para a construção do conhecimento.<br />
É claro que depois de levantar essas questões, a discussão foi até além do conteúdo de eletricidade, eles mostraram ter sua opinião e curiosidades sobre a História e a Filosofia da Ciência em outros ramos como, Mecânica. Pergunta de “Como foi verificado?” Por que não foi aceito? “Quem realizou?” Como realizou?” “Baseado em que constatou?”, surgiram. Isso me revelou as dúvidas internas do aluno, digo internas porque geralmente não aparecem na aula. Ou seja,eles tem sim interesse em saber o que estão estudando, o que representa aquela equação apresentada no quadro, por que devemos aceitá-la.<br />
Por fim, acredito na seguinte análise: o aluno não confia em suas concepções e mal acredita que elas possam ser parte do processo de ensino-aprendizagem mas, com certeza eles possuem interesse nos processos, ou aspectos que contribuíram para a construção da Ciência.<br />
Com amadurecimento e estudo anterior, é possível que introduzir História e Filosofia da Ciência nas aulas de Física contribuirá sob o aspecto qualitativo do entendimento perante o fenômeno estudado.</p>
<p>28/05 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Nessas aulas comecei a introduzir o conceito de corrente elétrica. Na verdade, não fui eu quem introduziu. Com uma lampadazinha de LED ligada a um fio condutor e, conectada a uma pilha; fui perguntando a eles “ Por que a lâmpada acende?” . A grande maioria da turma ,mencionou a corrente elétrica. Conectando as duas pontas do fio ao mesmo pólo, a lâmpada não acendia, questionei-os o por quê e, não souberam me dizer.<br />
Então, antes de eu apresentar o meu modelo; propus que eles mesmos criassem um modelo de corrente elétrica; o que acontecia para que a lâmpada acendesse. Também pedi que desenhassem o modelo atômico do átomo. Pareceram não entender a ligação entre uma coisa e outra. Além disso descobri, que quase toda a turma não conhecia a estrutura do átomo.<br />
Um fato muito interessante é que, também; quase todos os alunos da sala acreditavam que a pilha armazenava elétrons que seriam conduzidos pelo fio até chegarem a lâmpada.<br />
Então, apresentei a eles o meu modelo de corrente. No modelo que apresentei a eles, faço a comparação de um circuito de água com um circuito elétrico. Através desse modelo, pudemos associar que para existir corrente deveria existir a diferença de potencial, que no modelo do circuito de água aparece como o desnível do reservatório. Associando a bomba de água com a pilha, fui mostrando que não é a pilha que armazena os elétrons da corrente e sim, que ela é um gerador de energia (também explicitei que não se gera energia, apenas transformamo-na).É a energia química, proveniente da reação química que acontece dentro da pilha que dá o movimento dos elétrons da corrente. Não foi algo tão facilmente aceito por eles. Eles acreditavam que quando a pilha acaba, é porque os elétrons ali dentro acabavam. Então tive que mencionar que são os reagentes responsáveis pela reação que se esgotam.<br />
Se não é na pilha que ficam os elétrons, de onde eles vem então? Aí tive que dar uma prévia sobre o modelo atômico, assim como as camadas e a distribuição eletrônica do átomo. Então, utilizando desse modelo; expliquei condutores de uma maneira diferente sob o ponto de vista da estrutura atômica destes para que eu pudesse chegar aos elétrons livres desses materiais.<br />
Também, tive que recorrer a História para explicar que, embora ao fim do modelo; tenhamos definido a corrente elétrica como o movimento ordenado de elétrons devido a uma diferença de potencial; o sentido da mesma, por erro histórico; era o sentido contrário dos elétrons.<br />
Passei um texto que explicava o por quê de os passarinhos não levarem choques nos fios. Eles pareceram gostar muito e, conseguir associar com o que havíamos falado sobre diferença de potencial.</p>
<p>04/06 3ª SÉRIE 3002 (DUAS AULAS) – Mal entrei em sala e os alunos pareciam relembrar o que havíamos trabalhado na aula anterior. Ainda existia a não aceitação de que os elétrons da corrente provém do próprio material condutor do fio mas, vejo isso como um ponto positivo. Explico. Segundo características da natureza da Ciência, por muito tempo algumas concepções erradas perduraram por serem mais compreensíveis (parecerem fazer mais sentido) ao entendimento leigo (esse tópico da natureza da Ciência foi discutido com eles em sala). Nós, docentes; sabemos que não é simples derrubar uma concepção prévia e pelo jeito, bem arraigada mas; se eles trouxeram a tona essa questão , acredito que significa que começaram a pensar sobre.<br />
Outra coisa que aconteceu e que me deixou satisfeita foi que uma aluna trouxe uma pilha e uma espécie de “motorzinho”. Ela conectava o motorzinho em pólos diferentes da pilha e em pólos iguais, querendo me mostrar que compreendeu a necessidade da diferença de potencial para que houvesse corrente. E, um aluno próximo a ela comentou as transformações de energia. Dizia ele: “então a energia da reação química “gera” corrente e transforma na energia mecânica do motorzinho&#8230; é isso?” Claro que eles nem sempre usam as expressões corretas mas nós ,professores; no contexto entendemos o que eles querem dizer e analisamos a evolução no aprendizado.<br />
Enfim, essa turma é uma turma que se preocupa muito com o cálculo das grandezas então, eu não podia deixar de ensiná-los a calcular a intensidade da corrente elétrica. Apresentar o modelo foi indispensável nessa turma, que tem como característica a preocupação com a física matemática mas que, a meu ver; muitas vezes pareciam não compreender aquilo que “calculavam”. E isso faz com que a aula de Física seja apenas matemática.<br />
Então, me utilizei de uma espécie de modelo também para calcular a intensidade da corrente elétrica:<br />
“Suponha que os veículos tenham, em média, 2 toneladas de massa cada um. Se a estrada tiver 3 faixas de rolamento e, em cada faixa, passarem 2000 veículos por hora, qual é a quantidade de matéria que atravessa um trecho da estrada em ton/h?”<br />
Responder a essa pergunta, para eles, me pareceu muito simples. E não foi só a utilização do cálculo mas, o entendimento da questão, a lógica.<br />
Então começamos a falar dos elétrons, que para que houvesse a energia precisava receber a carga. Então de onde vem essa carga? Relembramos a carga elementar. E foi a partir dessas indagações chegamos a equação da corrente elétrica. Realizei exemplos no quadro mas, percebi uma autonomia deles em resolverem sozinhos. Isso, a meu ver, demonstrou que houve uma compreensão no contexto, a equação é simples mas, exige uma lógica.<br />
Perguntei se eles conheciam qual era a unidade de corrente elétrica ou, o que era o C/s, eles me responderam que não. Mas, quando falei em Ampére demonstraram já terem ciência dessa unidade. Também discutimos algumas intensidades de corrente tipo, “1 A é uma corrente alta?”. Então, mostrei a eles a mínima intensidade de corrente que causaria a morte de um ser humano e também discutimos “o que mata, é a corrente ou a tensão?”<br />
Enfim, esse foi meu último dia de estágio. Me prolonguei por causa das quatro primeiras aulas praticamente perdidas devido as avaliações que eles estavam fazendo com a professora titular deles. A sequência de conteúdos também foge daquela que apresentei no meu planejamento mas, ser professor também é isso ;adaptar-se a acima de tudo preocupar-se com sua contribuição na construção do conhecimento do seu aluno. Não consegui chagar em resistores mas, fiquei satisfeita com o resultado.<br />
P.S.: No dia 11/06 , fui até a escola para entregar as avaliações que fiz com eles (colocarei em anexo no meu relato). Avaliações que procurei fazer de maneira diversificada, com conceitos descrito por eles mesmos, cálculo de grandezas, relações ou seja;procurar avaliar a compreensão de um modo qualitativo. Fiquei muito satisfeita com o resultado e a professora supervisora também. Ela disse ter ficado surpresa com o bom desempenho deles.</p>
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		<title>(G1) RELATO: HFC PARA A CONTRIBUIÇÃO QUALITATIVA DO ENSINO DE CAMPO ELÉTRICO</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 00:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[Relato Investigativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações. Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2000">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações.<br />
Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar de corrente elétrica me apoiei nos modelos e modelizações.<br />
Leciono em um terceiro ano noturno de um colégio de Nova Veneza, pequena cidade que fica nos arredores de Criciúma. Não conhecia a turma (não é a mesma nem de estágio A e nem, de estágio B). Então, pouco antes de lecionar, elaborei um questionário para poder conhecer um pouco as características da turma. Em relação a disciplina de Física, entre aqueles que se identificavam com a disciplina/área e , aqueles que não se identificavam, a proporção foi praticamente 1/1.Entre outras perguntas do questionário, perguntei como eles enxergavam a disciplina, quais as maiores dificuldades e o que consideravam importante. A esmagadora maioria, entre alunos que apreciavam exatas e alunos de Humanas; responderam que o mais importante é aprender a fazer os cálculos.<br />
Notei essa característica, uma turma que ate-se a resolução de cálculos; durante as aulas. Talvez, essa característica venha do fato de que usualmente a disciplina é tratada assim durante algum tempo já, inclusive pelos próprios professores. Então, o aluno vai procurar focar naquilo que lhe é cobrado. E aí , perde-se um pouco da essência dessa Ciência que é a Física. Ainda que tomemos por característica uma física matemática, tratamos de grandezas; grandezas com rico significado que foi construído firmemente durante muito tempo, com a contribuição de muitos pesquisadores/cientistas, grandezas que sofreram com a aceitação de leigos e a resistência da própria comunidade científica; enfim grandezas/teorias firmadas não por um método científico (o que a HFC mostra não existir um método) ou por uma única teoria irrevogável mas, teorias discutidas, melhoradas e baseadas pelos mais diferentes modos de fazer ciência.<br />
Então, comecei a tratar com os alunos uma “típica aula de Física”. Expliquei sucintamente o que era o campo elétrico e, com exemplos que seguiam uma linha cartesiana (do mais fácil ao mais difícil) fui, juntamente com eles; resolvendo os exercícios. Eles interagiram bem. Algo novo para eles (ao menos a reação mostrou-me isso) era a grandeza vetorial. Houve um certo trabalho em ensinar o vetor força e o vetor campo elétrico mas, pelo o que vi posteriormente nas avaliações pareceram ter aprendido. (e até gostado)<br />
Em uma atividade eu pedi para que eles calculassem a intensidade do campo elétrico e, me dissessem o que significa. Muitos, a maioria; me deu definições prontas de livros e/ou internet. E era aí que eu queria chegar, na compreensão da grandeza afinal; é importante aprender a calculá-la mas, precisamos ter ciência do que significa esse número ou então; será apenas um número.<br />
Um acontecimento interessante foi que, durante uma aula, um aluno me perguntou: “O que é intensidade? É tipo força?” Com certeza, compreendi o que ele quis dizer mas, é claro que durante a aula investigativa aproveitei-me disso para explicar e diferenciar, ressaltar porque não poderia utilizar o termo força.<br />
Enfim, na aula de investigação; utilizei de algumas perguntas para que primeiramente pudesse identificar concepções dos alunos e até, através delas e juntamente com a contribuição de cada um, elaboramos uma definição e associação para o campo elétrico. Associamos campo a lugar/espaço (comparando até a um campo de Futebol), eles identificaram que para ter campo elétrico precisava da carga elétrica. Por um instante, havia uma confusão entre Força Elétrica e Campo Elétrico mas, uma das questões fazia menção aos ímãs e o campo magnético então, um aluno disse: “No ímã, existe um ponto ali que você consegue sentir que existe algo ali, a partir daquele ponto e, quanto mais perto do ímã, mais você sente essa força”<br />
Essa contribuição foi excelente para relacionarmos que, para o campo existir não precisamos da “segunda carga”, como na Força que para identificarmos repulsão ou atração precisamos conhecer os sinais das mesmas. Da mesma maneira e de modo análogo, o campo da Terra, ele existe independentemente de colocarmos um corpo a prova deste campo ou não. A outra carga, ou corpo; serve como prova de que este campo existe.<br />
Mostrei para eles como foi o estudo a experimentação da existência do Campo Elétrico e aproveitei até para discutir com eles aspectos da natureza da Ciência, tais como contribuição de cientistas anônimos,evolução de teorias, a contribuição das concepções na Ciência, ou seja;abordar como o conhecimento é construído. E como eles participaram nessa etapa! Até fugiram um pouco da eletricidade/campo elétrico mas, foi rico porque expuseram fatos que conheciam, dúvidas que tinham a respeito de método científico, conceitos, confirmações enfim; aspectos da construção da ciência.<br />
Depois dessa abordagem histórica perguntei se em qualidade, a compreensão de campo elétrico ficou melhor. Alguns hesitaram, diziam que “talvez um pouco”. E é claro que era de se esperar, não esqueçamos que trabalhamos com um ensino construtivista e derrubar ou inserir novas idéias/concepções é um processo que requer tempo,não se faz de uma hora pra outra. O aluno até pode entender aquilo que você mostrou para ele mas, o processo de aceitar e compreender e /ou relacionar vai amadurecer com o tempo e isso também, vai depender de cada indivíduo.<br />
Porém, quando pedi para que novamente me dissessem o que aprenderam em relação a campo elétrico (com as próprias palavras),não precisava ser o conceito em si, mas relações, qualquer característica; a evolução comparada a avaliação inicial foi considerável. Claro, que me refiro a avaliação geral de turma. Alguns casos ainda demonstravam dificuldades, relações incorretas&#8230; enfim; problemas que fazem parte do processo de ensino aprendizagem.<br />
Mas, em resumo; nós professores, podemos sim utilizarmo-nos da inserção da História e Filosofia da Ciência para nos auxiliar na melhoria, sob o aspecto qualitativo; do ensino de Física.</p>
<p>P.S.: Utilizei o seguinte artigo (que não está no meu planejamento de ensino inicial) embora tenha lido tantos outros, como orientação para minha aula investigativa:<br />
MAGALHÃES, Murilo de F. SANTOS, Wilma M.S. &amp; outros.Uma Proposta para Ensinar os Conceitos de Campo Elétrico e Magnético: uma aplicação da História da Física. Revista Brasileira do Ensino de Física, Rio de Janeiro, vol.24, no.4, 489-496, Dezembro, 2002.</p>
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		<title>(G1) PROPOSTA DE ESTÁGIO (TEMA DE INVESTIGAÇÃO)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2014 23:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui falo sobre meu tema de investigação escolhido para estágio C. Escolhi História e Filosofia da Ciência e, Modelos, Modelagens e Modelizações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui falo sobre meu tema de investigação escolhido para estágio C. Escolhi História e Filosofia da Ciência e, Modelos, Modelagens e Modelizações.</p>
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		<title>(G2) HFC e Modelos no Ensino de Eletrodinâmica</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2014 00:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
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		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[modelização]]></category>
		<category><![CDATA[Relato]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação. Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização. A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer.<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1579">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação.<br />
Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização.<br />
A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer. Quais idéias e noções ele já possui, ainda que não estejam corretas; sobre Física. Abordar o conteúdo físico de uma maneira menos tradicional (professor explicando e aluno escutando) está aqui com o intuito um pouco além de investigar as pré concepções que o aluno traz consigo mas, permitir a este se sentir colaborador da aula, da construção da mesma.<br />
Trabalhar com modelos foi escolhido para proporcionar uma visão menos abstrata do conteúdo. É de certa forma, uma maneira até de apegar-se ao entendimento do conceito físico e, que entendendo o que este significa; consiga avançar o conteúdo em toda sua extensão; inclusive matemática.<br />
Minha primeira prática planejada é modelizar a corrente elétrica para que o aluno compreenda melhor o que é, entenda o significado da unidade Ampere ou seja, tenha noção da intensidade de corrente.<br />
(Darei continuidade aqui conforme ir avançando nas minhas aulas)</p>
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		<title>AULA TEMÁTICA: A ANÁLISE CONSTRUTIVISTA EM CIMA DE SITUAÇÕES REAIS</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2013 04:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proposições]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio final Criciuma]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ensaio aqui proposto sugere ao docente trabalhar os conteúdos da sua disciplina, no caso a Física; utilizando-se de aula temáticas. A proposta está baseada em criar um tema para a aula e inserir a Física para estudar o caso. Não mais, partiremos da Física para o cotidiano e sim; analisar o cotidiano/situação real e<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1295">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ensaio aqui proposto sugere ao docente trabalhar os conteúdos da sua disciplina, no caso a Física; utilizando-se de aula temáticas. A proposta está baseada em criar um tema para a aula e inserir a Física para estudar o caso.<br />
Não mais, partiremos da Física para o cotidiano e sim; analisar o cotidiano/situação real e mediar para que o aluno enxergue a Física. A proposta segue uma linha qualitativa. Aqui não direcionaremos o foco na física-matemática e sim; até mesmo pela preocupação na inserção da História da Ciência e Filosofia, há um apego a questão conceitual, a construção do saber.<br />
A sugestão de aulas temáticas tem como objetivo experimentar a contribuição que o estudo qualitativo de um caso têm para o ensino. Sabemos que grande parte das teorias que conhecemos partiram do estudo de um caso em particular para que depois, o todo fosse analisado.<br />
É importante salientar, que toda proposta é uma experiência e que não existe o “totalmente errado” até porque, o que não sai como previsto serve para análise, estudo  e melhorias da proposta. Da mesma maneira que, quando o professor entra em sala e propõe uma análise, um estudo qualitativo; ele deve fazer bem seu papel de mediador e direcionar as observações feitas pelo aluno, preocupando-se em não repreendê-lo “por suas respostas erradas”. Até mesmo porque, teorias derrubadas não tornam-se acientíficas apenas porque não funcionam. E nós como mediadores de um conhecimento construtivista, temos que apresentar ao aluno a importância de sua contribuição (ainda que não tenhamos obtido a resposta que esperamos).<br />
 	Antes mesmo de preocuparmo-nos com teorias lecionadas precisamos despertar no aluno o caráter investigativo, como a coleta, o registro, a interpretação de dados, o levantamento de hipóteses e o confronto entre situações concretas e abstratas; sempre norteando-se pelas fundamentações objetivas e até complementadas por cálculos matemáticos.<br />
Precisamos estimular o aluno em sala, em suas próprias descobertas com foco no conhecimento construtivista e no docente, um mediador do conhecimento.<br />
Por fim, segue nesse ensaio uma proposta feita com As Leis de Newton e a Segurança no trânsito.<br />
</p>
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