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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; Roberta Tatiane</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G5) Ensaio Final &#8211; Atividades Experimentais na Perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2014 14:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este vídeo trata-se de uma breve discussão sobre as atividades desenvolvidas nas disciplinas de estágio B e C.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo trata-se de uma breve discussão sobre as atividades desenvolvidas nas disciplinas de estágio B e C.</p>
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		<title>(G5) Plano de Ensino</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jun 2014 22:31:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este vídeo consiste em uma breve explanação a respeito das aulas que serão desenvolvidas na disciplina de Estágio C.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo consiste em uma breve explanação a respeito das aulas que serão desenvolvidas na disciplina de Estágio C.</p>
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		<title>(G5) Lei de Coulomb &#8211; Aprendendo com o planejamento</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2014 12:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este vídeo trata de conhecimentos adquiridos nas aulas ministradas na disciplina de estágio, e o aprendizado a cerca dos conteúdos de física que foram ensinados aos alunos durante as aulas. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo trata de conhecimentos adquiridos nas aulas ministradas na disciplina de estágio, e o aprendizado a cerca dos conteúdos de física que foram ensinados aos alunos durante as aulas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>(G5) Vídeo Depoimento 2 &#8211; Aulas experimentais na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 22:51:30 +0000</pubDate>
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		<title>(G5) Relato 2 &#8211; Aula Investigativa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2014 21:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[aulas experimentais na perspectiva construtivista]]></category>
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		<category><![CDATA[Roberta]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a realização das aulas de estágio, várias atividades foram desenvolvidas a fim de ajudar os alunos a compreender os conceitos físicos, o enfoque do conteúdo foi relacionado à eletricidade, trabalhamos conceito de carga elétrica, depois focamos nos processos de eletrização, então desenvolvemos atividades experimentais para iniciar o conteúdo. Para que os alunos entendessem o<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1716">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a realização das aulas de estágio, várias atividades foram desenvolvidas a fim de ajudar os alunos a compreender os conceitos físicos, o enfoque do conteúdo foi relacionado à eletricidade, trabalhamos conceito de carga elétrica, depois focamos nos processos de eletrização, então desenvolvemos atividades experimentais para iniciar o conteúdo.</p>
<p>Para que os alunos entendessem o que é eletrização e os vários tipos, levei um kit de materiais para fazerem uma atividade que consistia em demonstrar como ocorre os vários tipos de eletrização, o primeiro experimento os alunos atritaram um canudinho e aproximaram de um pouco de papel picado atraindo o papel para o canudinho, então discutimos o processo de eletrização por atrito, a organização das cargas elétricas associando essa atividade com situações do cotidiano.</p>
<p>Na segunda atividade eles atritaram um canudo e aproximaram de um pedaço de metal, em seguida fizeram a mesma coisa com duas bolinhas de papel, em seguida realizamos a discussão no grande grupo sobre o assunto. Nas aulas seguintes sistematizamos o assunto no caderno e fiz a exposição dos conceitos formais.</p>
<p>Nas aulas seguintes continuamos o assunto, mostrei um vídeo sobre a história da lei de Coulomb e apresentei a fórmula e os termos dela, nas outras aulas começamos a resolver uma lista de exercícios com aplicação da equação.</p>
<p>A pedido da professora regente da turma realizamos uma atividade experimental a fim de avaliar os alunos, então preparei uma atividade nos moldes da perspectiva construtivista para ver como os alunos se sairiam, aplicando a investigação nesse momento.</p>
<p>A atividade foi composta por três partes, a parte pré-experimental, na qual os alunos responderam um questionário relacionado ao conteúdo de eletrização, em seguida realizaram 4 experimentos onde tinham que perceber os processos de eletrização, e a última parte foi desenvolvida em outra aula, onde fizemos a discussão do que eles escreveram nos relatórios.</p>
<p>Assim, como pude perceber as dúvidas dos alunos durante a realização dos experimentos eram basicamente as mesmas do início do conteúdo, o que acabou sendo um ponto negativo, afinal os alunos já tinham estudado e realizado experimentos diferentes, porém eles não conseguiram relacionar com os que estavam fazendo naquele momento.</p>
<p>Também percebi, que a professora regente interagia o tempo todo nos grupos, onde sugeriu que os alunos realizassem o experimento antes de responder o questionário, o que acabou interferindo em partes o processo da aplicação da aula investigativa, afinal o objetivo deste tipo de aula, é justamente fazer o aluno pensar sobre o conteúdo a ser estudado e depois realizar a parte prática, que na perspectiva construtivista é a parte que menos nos interessa, pois o enfoque maior é o questionário e a discussão após a realização do experimento para fazer que os alunos reflitam sobre o que sabiam antes e o que aprenderam depois da atividade.</p>
<p>Deste modo, consegui concluir algumas coisas a respeito desta prática, como a realização desta atividade se deu após a explicação em sala de aula dos conceitos envolvidos, esperava que os resultados fossem positivos, porém percebi que alguns alunos que no início da discussão sobre processos de eletrização por atrito, por exemplo, que pensavam que o fato de o canudo atrair o papel se dava pelo calor transferido pelo guardanapo ao ser atritado, ainda continuavam pensando que o balão ao ser atritado na cabeça do colega atraia o cabelo pelo mesmo motivo, ou seja o calor.</p>
<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/05/DSC00835.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignleft size-medium wp-image-1717" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/05/DSC00835-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Portanto percebi maior aproveitamento e aprendizado dos alunos, quando atividades experimentais são realizadas antes de iniciar o conteúdo e fazer uma discussão sobre o tema, afinal essa prática busca a construção do conhecimento pelo próprio aluno, o professor é apenas mediador da discussão e orientador da parte prática.</p>
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		<title>(G5) &#8211; Relato das primeiras aulas de estágio</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 14:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[aulas experimentais na perspectiva construtivista]]></category>
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		<category><![CDATA[Roberta]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciei o estágio no dia 03/04 conforme previsto, porém por orientação da professora regente da turma, precisei mudar meu planejamento, pois havia preparado para iniciar o conteúdo de &#8220;Definição de carga elétrica e Interação entre cargas e os processos de eletrização&#8221;, porém ela marcou uma avaliação para o dia 07/04, então solicitou que eu fizesse<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1479">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciei o estágio no dia 03/04 conforme previsto, porém por orientação da professora regente da turma, precisei mudar meu planejamento, pois havia preparado para iniciar o conteúdo de &#8220;Definição de carga elétrica e Interação entre cargas e os processos de eletrização&#8221;, porém ela marcou uma avaliação para o dia 07/04, então solicitou que eu fizesse uma revisão dos conteúdos antes da realização da prova, com intuito de relembrar conceitos e resolver exercícios em sala de aula, então não pude iniciar com o conteúdo previsto no plano de ensino, porém como avaliação é parte integrante do processo de ensino aprendizagem, realizei as aulas como ela havia solicitado.</p>
<p>Na semana seguinte comecei a aplicar meu planejamento, então na aula do dia 10/04, consegui com a professora da aula seguinte que cedesse sua aula para ficar com duas aulas e poder ter tempo de concluir atividade proposta que foi a seguinte, o tema da aula foi  processos de eletrização, onde levei Kits de materiais para que os alunos realizassem seguinte atividade:</p>
<p>1) Com um canudo de plástico, um pedaço de papel higiênico e um pouco de papel picado, os alunos atritaram o canudo utilizando o papel higiênico e o aproximaram do papel picado, atraindo o papel até o canudo.</p>
<p>2) Na segunda atividade com uma bola de papel alumínio e um pedaço de linha de costura, penduraram a bola de alumínio na carteira para que ela pudesse ter liberdade de oscilação. Atritaram o canudo de plástico com o papel higiênico e aproximaram o mesmo da bola de alumínio.</p>
<p>Após a realização das atividades iniciamos a discussão dos fenômenos observados, na aula seguinte fizemos um resumo no caderno dos processos de eletrização, com a descrição de cada uma dos fenômenos, relacionando o que perceberam na prática com a teoria.<a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/027.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1480" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/027-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>(G5) Aulas experimentais na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2014 22:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Refletindo acerca do ensino de física, as possibilidades e contribuições de um modelo de ensino como instrumento auxiliar ao planejamento, desenvolvimento e avaliação de propostas de ensino de física, voltados para a promoção de mudanças cognitivas e como forma de motivação e de construção do conhecimento científico. O autor do artigo relata, baseado em sua<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1315">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1364" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/ppiage01.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="size-thumbnail wp-image-1364" title="piaget" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/03/piaget1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Jean Piaget. Fonte: http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/ppiage01.jpg</p></div>
<p>Refletindo acerca do ensino de física, as possibilidades e contribuições de um modelo de ensino como instrumento auxiliar ao planejamento, desenvolvimento e avaliação de propostas de ensino de física, voltados para a promoção de mudanças cognitivas e como forma de motivação e de construção do conhecimento científico. O autor do artigo relata, baseado em sua experiência profissional, que o ensino experimental de física nas escolas, quando existe é ministrado na maioria das vezes, sem relação com o conteúdo, sem relação do que é ensinado na sala de aula com o que se mostra no laboratório.</p>
<p>As aulas experimentais com uma perspectiva construtivista pode ser uma forma de melhorar o ensino de física e assim torná-lo mais atrativo e aproximá-lo com a realidade do seu cotidiano, o aluno traz consigo uma bagagem enorme de conhecimento vindo da sua vivência e práticas experimentais na perspectiva construtivista aproveita tudo que ele já sabe, fazendo uma ponte entre o saber do aluno e o conhecimento científico.</p>
<p>O artigo “Investigação do papel da experimentação na construção de conceitos em eletricidade no ensino médio”, de Joaquim de Oliveira Barbosa, trata de uma proposta de ensino de física numa abordagem baseada em estudos de Piaget, onde propõe a divisão de alunos, para comparação de resultados obtidos. Dividiu a turma em dois grupos, o qual chamou de “Grupo controle” e “Grupo experimental”, no grupo controle os alunos tiveram aulas tradicionais, quadro, giz e alguns experimentos demonstrados pelo professor, o enfoque do conteúdo foi eletricidade.</p>
<p>Já o grupo experimental, participou de aulas na perspectiva o construtivista, onde o professor era apenas orientador do processo, os alunos realizaram experimentos com a construção de circuitos elétricos, para isso responderam um questionário que levava em consideração todas as ideias intuitivas que tinham do assunto. Após responder o questionário, montaram o aparato experimental, em seguida observaram e analisaram criticamente o que acontecia com durante o experimento, assim puderam construir conceitos novos e abandonar concepções errôneas acerca do assunto estudado. Assim o aluno acaba vivenciando o conteúdo e percebendo que algumas concepções que tinha do assunto não estavam completamente certas e podem então com facilidade mudar seu entendimento.</p>
<p>Quando as aulas são no estilo tradicional, parece que mesmo que o aluno tenha concepções destorcidas do fenômeno físico, fica difícil abandonar esse conceito, porém quando ele por si mesmo percebe o erro, ele mesmo conclui que o que sabia sobre o assunto era errado.</p>
<p>ROSA, Cleci T. Werner da. ROSA Álvaro Becker da. <strong>Aulas experimentais na perspectivas construtivista: proposta de organização do roteiro para aulas de física. </strong>Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012.</p>
<p>BARBOSA, Joaquim de Oliveira; PAULO, Sérgio Roberto de; RINALDI, Carlos. <a href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/6881"><strong>Investigação do papel da experimentação na construção de conceitos em eletricidade no ensino médio</strong></a>.  Caderno Brasileiro de Ensino de Física, [S.l.], v. 16, n. 1, p. 105-122, jan. 1999. ISSN 2175-7941. Acesso em: 30 Mar. 2014.</p>
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		<title>Aulas experimentais na perspectiva construtivista</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 21:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Construtivismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Este vídeo tem por objetivo refletir sobre as atividades experimentais na perspectiva construtivista, um pequeno depoimento das aulas ministradas com o conteúdo de ondas eletromagnéticas focando no experimento sobre a dispersão da luz branca, formando um arco íris. E depois a composição da luz branca pela confecção do disco de Newton.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo tem por objetivo refletir sobre as atividades experimentais na perspectiva construtivista, um pequeno depoimento das aulas ministradas com o conteúdo de ondas eletromagnéticas focando no experimento sobre a dispersão da luz branca, formando um arco íris. E depois a composição da luz branca pela confecção do disco de Newton.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/cAd29ei5RUE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Aulas experimentais na perspectiva construtivista: proposta de organização do roteiro para as aulas de física.</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 00:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[Na atualidade é comum encontrarmos nos projetos políticos pedagógicos das escolas uma corrente construtivista de ensino, a qual norteiam os trabalhos pedagógicos da escola, o que podemos perceber na realidade é difícil percebemos essa prática, devido algumas dificuldades encontradas pelos docentes. Uma prática importante que nos leva a tal discussão são as aulas experimentais, tão<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=751">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na atualidade é comum encontrarmos nos projetos políticos pedagógicos das escolas uma corrente construtivista de ensino, a qual norteiam os trabalhos pedagógicos da escola, o que podemos perceber na realidade é difícil percebemos essa prática, devido algumas dificuldades encontradas pelos docentes.</p>
<p>Uma prática importante que nos leva a tal discussão são as aulas experimentais, tão importantes nas aulas de física, muitos professores realizam essas atividades num modelo tradicional, este presente na prática docente desde 1960, o qual é como se fosse uma receita de bolo, aonde os alunos vão seguindo os passos e realizam o experimento e depois respondem um questionário com base no observado.</p>
<p>Em uma perspectiva construtivista de ensino o conhecimento deve ser de realização de práticas experimentais que primem pela construção do conhecimento e não pela simples realização de um conjunto de ações.</p>
<p>Esta proposta construtivista de ensino nas aulas de física com realização de atividades experimentais tem como estrutura três momentos bem distintos: Pré-experimental, experimental e pós-experimental.</p>
<p>As etapas pré-experimental e pós-experimental são etapas importantes na construção do conhecimento por isso deve ser levada em consideração na realização da atividade experimental, sendo que se deve destinar um tempo considerável para a discussão e apresentação do conhecimento científico que devem ser foco do estudo dos estudantes considerando parte da visão construtivista.</p>
<p>Etapa pré-experimental, consiste na discussão do tema a ser estudado e observado na prática em um direcionamento a fim de aproximar a teoria à prática, nesta fase da atividade, são levadas em consideração as concepções prévias trazidas pelos estudantes de suas experiências cotidianas, que permitem confrontar com o conhecimento científico. Assim a pré-teoria contém uma forma de contextualização do conhecimento, onde o aluno é provocado a buscar o conhecimento, abrindo caminho para a atividade experimental.</p>
<p>Na etapa experimental o educando irá executar as atividades de acordo com o planejamento prévio visto na fase pré-experimental, fazendo manuseio de equipamentos e testando hipóteses, estabelecendo o verdadeiro diálogo entre teoria e prática.</p>
<p>Já a etapa pós-experimental  é que acontece o fechamento da atividade, assim é preciso que o professor proporcione um tempo adequado para que os estudantes estabeleçam um diálogo construtivista a fim de interpretar e confrontar os resultados obtidos na realização da prática, a conclusão é designada como discussão dos resultados obtidos e não simplesmente uma apresentação dos resultados como é feito na prática tradicional.</p>
<p>A utilização deste tipo de prática pedagógica estimula os estudantes para que possam produzir conhecimento e não simplesmente reproduzir atividades de laboratório, essa prática é bem vista pelos docentes de física e deve ser parte do currículo escolar dos alunos, tendo em vista essa visão construtivista do ensino de física e não uma mera reprodução de um receituário nas práticas de laboratório, sendo que esta atividade busca melhorar a qualidade das aulas e da produção do conhecimento científico.</p>
<p>Referências bibliográficas:</p>
<p>ROSA, Cleci T. Werner da. ROSA Álvaro Becker da. <strong><a href="http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol13/Num1/a02.pdf">Aulas experimentais na perspectivas construtivista: proposta de organização do roteiro para aulas de física</a>.</strong> Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012.</p>
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		<title>Artigos relacionados ao ensino de física</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 16:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Tatiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Concepções alternativas e mudança conceitual: AGUIAR, Orlando Jr. CALOR E TEMPERATURA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELAÇÕES ENTRE O ENSINO E A APRENDIZAGEM NUMA PERSPECTIVA CONSTRUTIVISTA, Revista física na escola, 1999. &#160; Problemas e problematização: CLEMENT, Luiz; TERRAZZAN, Eduardo Adolfo. Atividades Didáticas de Resolução de Problemas e o Ensino de Conteúdos Procedimentais. Revista electrónica de investigación en<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=693">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Concepções alternativas e mudança conceitual:</strong></p>
<p>AGUIAR, Orlando Jr. <a href="http://www.if.ufrgs.br/ienci/artigos/Artigo_ID48/v4_n1_a1999.pdf"><strong>CALOR E TEMPERATURA NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELAÇÕES ENTRE O ENSINO E A APRENDIZAGEM NUMA PERSPECTIVA CONSTRUTIVISTA</strong></a>, Revista física na escola, 1999.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Problemas e problematização:</strong></p>
<p>CLEMENT, Luiz; TERRAZZAN, Eduardo Adolfo. <a href="http://www.scielo.org.ar/pdf/reiec/v6n1/v6n1a08.pdf"><strong>Atividades Didáticas de Resolução de Problemas e o Ensino de Conteúdos Procedimentais</strong></a>. Revista electrónica de investigación en educación en ciencias, 11/07/2011.</p>
<p>SOUSA, Célia Maria Soares Gomes de; FÁVERO, Maria Helena. <a href="http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/vol7/n1/v7_n1_a3.htm"><strong>Análise de uma situação de resolução de problemas de física, em situação de interlocução entre um especialista e um novato, à luz da teoria dos campos conceituais de vergnaud¹</strong></a>. Revista Física na escola, 2002.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Experimentação e atividades experimentais:</strong></p>
<p>ROSA, Cleci T. Werner da. ROSA Álvaro Becker da. <strong><a href="http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol13/Num1/a02.pdf">Aulas experimentais na perspectivas construtivista: proposta de organização do roteiro para aulas de física</a>.</strong> Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012.</p>
<p>MOREIRA Danilo C. CELESTE Alessio T.B. <a href="http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol13/Num1/a10.pdf"><strong>Construção de um termômetro para fins</strong> <strong>didáticos</strong></a>. Física na Escola, v. 13, n. 1, 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
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