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	<title>Pensando a Física na Escola &#187; HFC</title>
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	<description>Reflexões e produções de professores e professores em formação nas escolas campos de estágio</description>
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		<title>(G1) Vídeo Final &#8211; Reflexões</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 00:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é o vídeo final sobre o estágio, no qual enuncio minhas conclusões e resultados alcançados. Também comento sobre os principais objetivos do desenvolvimento do projeto e as modificações que fiz do estágio B para o C.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o vídeo final sobre o estágio, no qual enuncio minhas conclusões e resultados alcançados. Também comento sobre os principais objetivos do desenvolvimento do projeto e as modificações que fiz do estágio B para o C.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/60cragMryrU" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G1) O Artigo de Referência &#8211; HFC no Ensino de Campo Elétrico</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 22:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora não conste no meu planejamento inicial, o artigo que escolhi para falar sobre é de Murilo F. Magalhães, Wilma M. S. Santos e Penha M. C. Dias. É um artigo do periódico Revista Brasileira de Ensino de Física (2002). Escolhi este artigo porque foi minha base para trabalhar com História e Filosofia da Ciência<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2023">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora não conste no meu planejamento inicial, o artigo que escolhi para falar sobre é de Murilo F. Magalhães, Wilma M. S. Santos e Penha M. C. Dias. É um artigo do periódico Revista Brasileira de Ensino de Física (2002). Escolhi este artigo porque foi minha base para trabalhar com História e Filosofia da Ciência no ensino de Campo Elétrico.<br />
O artigo apresenta como proposta alternativa para apresentar conceitos de campo elétrico e magnético a História e Filosofia da Ciência. O objetivo do meu planejamento inicial e do artigo é contribuir qualitativamente com a com a idéia de Campo Elétrico. O artigo tem inspiração na teoria da Aprendizagem significativa e escolhe a abordagem feita a partir História da Física por acreditar que esta apresenta os elementos que dão significado ao conceito.<br />
O artigo mostra as dificuldades que os alunos do Ensino Médio possuem em compreender os conceitos de Campo Elétrico e Magnético pois, embora estejam presentes no nosso dia a dia, estão fora do domínio concreto. Com base nisso e pretendendo contribuir na construção de significados, o artigo faz uma proposta: inicialmente é elaborado um questionário que apontasse as concepções prévias do aluno e é a partir dessas concepções prévias juntamente com a História da Física que tem-se por objetivo a aprendizagem significativa do aluno.<br />
As concepções prévias do aluno e a sustentação da História da Física funcionarão como um organizador prévio. E a principal função do organizador é identificar o que o aluno já sabe e o que ele precisa saber.<br />
O artigo também apresenta História da Física em si. Colaboradores e experimentos que serviram na construção dos conceitos físicos de Campo Elétrico e Campo Magnético aparecem durante o texto mas, sucintamente.<br />
Aliás, o que acabei descobrindo tendo que realizar pesquisas em busca de artigos sobre História da Ciência que auxiliasse no ensino de Campo Elétrico é que, a pesquisa na área de HFC para o ensino de eletricidade é carente e necessita de pesquisadores.<br />
Em resumo, a proposta do artigo é a inserção da HFC trabalhada juntamente com as concepções prévias do aluno para atribuir a este uma aprendizagem significativa, pois tendo ciência daquilo que o aluno sabe e o que ele precisa saber; a HFC se mostra como uma proposta alternativa por trazer dentro dela os elementos que o aluno precisa conhecer para organizar seu conhecimento.<br />
O artigo:<br />
MAGALHÃES, Murilo de F. SANTOS, Wilma M.S. &amp; outros.Uma Proposta para Ensinar os Conceitos de Campo Elétrico e Magnético: uma aplicação da História da Física. Revista Brasileira do Ensino de Física, Rio de Janeiro, vol.24, no.4, 489-496, Dezembro, 2002.<br />
Disponível em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/v24_489.pdf</p>
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		<title>(G1) RELATO: HFC PARA A CONTRIBUIÇÃO QUALITATIVA DO ENSINO DE CAMPO ELÉTRICO</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 00:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
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		<category><![CDATA[Relato Investigativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações. Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=2000">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para lecionar minhas aulas baseei-me em dois temas de investigação, como já havia dito: História e Filosofia da Ciência no Ensino da Física e aplicação de modelos, modelagens e modelizações.<br />
Minha primeira idéia/proposta era utilizar-me dos dois temas simultaneamente mas, em sala; utilizei História e Filosofia da Ciência para lecionar Campo Elétrico enquanto, para tratar de corrente elétrica me apoiei nos modelos e modelizações.<br />
Leciono em um terceiro ano noturno de um colégio de Nova Veneza, pequena cidade que fica nos arredores de Criciúma. Não conhecia a turma (não é a mesma nem de estágio A e nem, de estágio B). Então, pouco antes de lecionar, elaborei um questionário para poder conhecer um pouco as características da turma. Em relação a disciplina de Física, entre aqueles que se identificavam com a disciplina/área e , aqueles que não se identificavam, a proporção foi praticamente 1/1.Entre outras perguntas do questionário, perguntei como eles enxergavam a disciplina, quais as maiores dificuldades e o que consideravam importante. A esmagadora maioria, entre alunos que apreciavam exatas e alunos de Humanas; responderam que o mais importante é aprender a fazer os cálculos.<br />
Notei essa característica, uma turma que ate-se a resolução de cálculos; durante as aulas. Talvez, essa característica venha do fato de que usualmente a disciplina é tratada assim durante algum tempo já, inclusive pelos próprios professores. Então, o aluno vai procurar focar naquilo que lhe é cobrado. E aí , perde-se um pouco da essência dessa Ciência que é a Física. Ainda que tomemos por característica uma física matemática, tratamos de grandezas; grandezas com rico significado que foi construído firmemente durante muito tempo, com a contribuição de muitos pesquisadores/cientistas, grandezas que sofreram com a aceitação de leigos e a resistência da própria comunidade científica; enfim grandezas/teorias firmadas não por um método científico (o que a HFC mostra não existir um método) ou por uma única teoria irrevogável mas, teorias discutidas, melhoradas e baseadas pelos mais diferentes modos de fazer ciência.<br />
Então, comecei a tratar com os alunos uma “típica aula de Física”. Expliquei sucintamente o que era o campo elétrico e, com exemplos que seguiam uma linha cartesiana (do mais fácil ao mais difícil) fui, juntamente com eles; resolvendo os exercícios. Eles interagiram bem. Algo novo para eles (ao menos a reação mostrou-me isso) era a grandeza vetorial. Houve um certo trabalho em ensinar o vetor força e o vetor campo elétrico mas, pelo o que vi posteriormente nas avaliações pareceram ter aprendido. (e até gostado)<br />
Em uma atividade eu pedi para que eles calculassem a intensidade do campo elétrico e, me dissessem o que significa. Muitos, a maioria; me deu definições prontas de livros e/ou internet. E era aí que eu queria chegar, na compreensão da grandeza afinal; é importante aprender a calculá-la mas, precisamos ter ciência do que significa esse número ou então; será apenas um número.<br />
Um acontecimento interessante foi que, durante uma aula, um aluno me perguntou: “O que é intensidade? É tipo força?” Com certeza, compreendi o que ele quis dizer mas, é claro que durante a aula investigativa aproveitei-me disso para explicar e diferenciar, ressaltar porque não poderia utilizar o termo força.<br />
Enfim, na aula de investigação; utilizei de algumas perguntas para que primeiramente pudesse identificar concepções dos alunos e até, através delas e juntamente com a contribuição de cada um, elaboramos uma definição e associação para o campo elétrico. Associamos campo a lugar/espaço (comparando até a um campo de Futebol), eles identificaram que para ter campo elétrico precisava da carga elétrica. Por um instante, havia uma confusão entre Força Elétrica e Campo Elétrico mas, uma das questões fazia menção aos ímãs e o campo magnético então, um aluno disse: “No ímã, existe um ponto ali que você consegue sentir que existe algo ali, a partir daquele ponto e, quanto mais perto do ímã, mais você sente essa força”<br />
Essa contribuição foi excelente para relacionarmos que, para o campo existir não precisamos da “segunda carga”, como na Força que para identificarmos repulsão ou atração precisamos conhecer os sinais das mesmas. Da mesma maneira e de modo análogo, o campo da Terra, ele existe independentemente de colocarmos um corpo a prova deste campo ou não. A outra carga, ou corpo; serve como prova de que este campo existe.<br />
Mostrei para eles como foi o estudo a experimentação da existência do Campo Elétrico e aproveitei até para discutir com eles aspectos da natureza da Ciência, tais como contribuição de cientistas anônimos,evolução de teorias, a contribuição das concepções na Ciência, ou seja;abordar como o conhecimento é construído. E como eles participaram nessa etapa! Até fugiram um pouco da eletricidade/campo elétrico mas, foi rico porque expuseram fatos que conheciam, dúvidas que tinham a respeito de método científico, conceitos, confirmações enfim; aspectos da construção da ciência.<br />
Depois dessa abordagem histórica perguntei se em qualidade, a compreensão de campo elétrico ficou melhor. Alguns hesitaram, diziam que “talvez um pouco”. E é claro que era de se esperar, não esqueçamos que trabalhamos com um ensino construtivista e derrubar ou inserir novas idéias/concepções é um processo que requer tempo,não se faz de uma hora pra outra. O aluno até pode entender aquilo que você mostrou para ele mas, o processo de aceitar e compreender e /ou relacionar vai amadurecer com o tempo e isso também, vai depender de cada indivíduo.<br />
Porém, quando pedi para que novamente me dissessem o que aprenderam em relação a campo elétrico (com as próprias palavras),não precisava ser o conceito em si, mas relações, qualquer característica; a evolução comparada a avaliação inicial foi considerável. Claro, que me refiro a avaliação geral de turma. Alguns casos ainda demonstravam dificuldades, relações incorretas&#8230; enfim; problemas que fazem parte do processo de ensino aprendizagem.<br />
Mas, em resumo; nós professores, podemos sim utilizarmo-nos da inserção da História e Filosofia da Ciência para nos auxiliar na melhoria, sob o aspecto qualitativo; do ensino de Física.</p>
<p>P.S.: Utilizei o seguinte artigo (que não está no meu planejamento de ensino inicial) embora tenha lido tantos outros, como orientação para minha aula investigativa:<br />
MAGALHÃES, Murilo de F. SANTOS, Wilma M.S. &amp; outros.Uma Proposta para Ensinar os Conceitos de Campo Elétrico e Magnético: uma aplicação da História da Física. Revista Brasileira do Ensino de Física, Rio de Janeiro, vol.24, no.4, 489-496, Dezembro, 2002.</p>
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		<title>(G1) Vídeo-depoimento Sobre Física &#8211; Desafios encontrados</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2014 01:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Vídeo-depoimento sobre reflexões acerca de problemas encontrados no estágio]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Vídeo-depoimento sobre reflexões acerca de problemas encontrados no estágio</p>
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		<title>(G1) Vídeo-depoimento Física</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2014 01:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Este é o vídeo-depoimento sobre as características de aprendizagens em física das aulas ministradas no estágio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/QMVakuyq4Qw" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este é o vídeo-depoimento sobre as características de aprendizagens em física das aulas ministradas no estágio.</p>
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		<title>(G2) HFC e Modelos no Ensino de Eletrodinâmica</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2014 00:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Nart Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
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		<category><![CDATA[eletricidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Relato]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação. Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização. A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer.<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1579">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faço meu primeiro registro aqui porém, conforme já colocado no diário do estágio, mal tive tempo de iniciar minha investigação.<br />
Escolhi como tema(s) de investigação : História e Filosofia no ensino de Ciências e, Modelos, modelagens e modelização.<br />
A escolha da primeira foi baseada no interesse de investigar o que o aluno tem a dizer. Quais idéias e noções ele já possui, ainda que não estejam corretas; sobre Física. Abordar o conteúdo físico de uma maneira menos tradicional (professor explicando e aluno escutando) está aqui com o intuito um pouco além de investigar as pré concepções que o aluno traz consigo mas, permitir a este se sentir colaborador da aula, da construção da mesma.<br />
Trabalhar com modelos foi escolhido para proporcionar uma visão menos abstrata do conteúdo. É de certa forma, uma maneira até de apegar-se ao entendimento do conceito físico e, que entendendo o que este significa; consiga avançar o conteúdo em toda sua extensão; inclusive matemática.<br />
Minha primeira prática planejada é modelizar a corrente elétrica para que o aluno compreenda melhor o que é, entenda o significado da unidade Ampere ou seja, tenha noção da intensidade de corrente.<br />
(Darei continuidade aqui conforme ir avançando nas minhas aulas)</p>
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		<title>(G1) Vídeo de Reflexão do Estágio</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2014 02:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo-Depoimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[video-depoimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo traz a reflexão até a oitava aula de estágio. Durante as aulas, expliquei os conteúdos e passei um vídeo aos alunos sobre a evolução dos conceitos de como enxergamos os objetos. O vídeo foi bem aceito e os alunos tiraram conclusões bem importantes dele. Para complementar fiz o experimento com o prisma e<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1492">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo traz a reflexão até a oitava aula de estágio.</p>
<p>Durante as aulas, expliquei os conteúdos e passei um vídeo aos alunos sobre a evolução dos conceitos de como enxergamos os objetos. O vídeo foi bem aceito e os alunos tiraram conclusões bem importantes dele.</p>
<p>Para complementar fiz o experimento com o prisma e a decomposição da luz do sol, para que eles entendessem que a luz branca é composta de todas as cores e que enxergamos por causa da luz.</p>
<p>No vídeo eu leio alguns dos relatórios feitos pelos alunos, nos textos deles eles fizeram a relação do que estudamos em sala, do vídeo e das suas próprias ideias a respeito da ciência depois de estudarem estes aspectos.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/SdIzjfn95YU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>(G1) &#8211; Relato ESEFC &#8211; Simone Sobiecziak &#8211; 2a aula (parte 2)</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2014 19:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a aula 2 foi mais dinâmica vou continuar descrevendo como terminei o trabalho naquele dia. 2o momento: O próximo momento foi de interação com os slides, apresentei a eles o espectro, comentei sobre as características do espectro, espectro visível ao olho humano, não visível ao olho humano, sobre as características do espectro como frequência<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1380">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como a aula 2 foi mais dinâmica vou continuar descrevendo como terminei o trabalho naquele dia.</p>
<p>2o momento: O próximo momento foi de interação com os slides, apresentei a eles o espectro, comentei sobre as características do espectro, espectro visível ao olho humano, não visível ao olho humano, sobre as características do espectro como frequência e comprimento de onda. Falei sobre a luz que é uma onda que se propaga com a velocidade das ondas eletromagnéticas, e sobre as ondas que não são visíveis a olho humano.</p>
<p>Eu perguntei a eles porque não conseguíamos ver as microondas por exemplo. Gostei muito da resposta dada por uma aluna, ela disse que: não enxergamos porque essas ondas tem cores diferentes das que nós podemos ver. A partir deste comentário consegui explicar a eles o que caracterizava cada onda, que era a frequência diferente da que podemos ver e não necessariamente a cor.</p>
<p>Começamos discutir sobre o assunto e veio a questão do controle remoto, que funciona mas não conseguimos enxergar, lembrei-me de um experimento simples que o controle é apontado para o celular e ele consegue captar as ondas e pode-se ver as ondas através da câmera do celular. Aproveitei o momento e fiz o experimento. Eles adoraram. Também aproveitei a oportunidade e voltei a pergunta a eles. Por que então, a olho nu não vemos e no celular vemos as ondas que saem do celular. Discutimos e eles entenderam que o celular tem frequência capaz de poder detectar o que o olho humano não detecta, ele transforma em uma frequência visível.</p>
<p>Ao final deste momento, fiz perguntas para que eles respondessem por escrito em seus cadernos para ficar registrado: &#8211; o que é visível ao olho humano? Por que não vemos as microondas? Por que não vemos os raios x?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3o momento: Após a reflexão e conclusão da parte teórica levei eles a física das fórmulas, apresentei a fórmula que relaciona velocidade, comprimento de onda e frequência da onda. Para melhor entenderem o significado de cada parte da fórmula utilizei um simulador que mostra a diferença entre o comprimento da onda e a frequência, mostrei no simulador as variações para que eles entendessem com maior clareza. Expliquei como funcionava a fórmula, e utilizamos exemplos do espetro que estávamos estudando para fazermos exercícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4o momento: Ao final da aula fiz um experimento sobre ângulo de difusão, para mostrar aos alunos que as cores encontram-se nas posições certas do espectro devido a esse angulo que elas difundem. Como a aula já estava quase acabando, fiz o experimento e eles logo compararam com o espectro. Eu mostrei no prisma a difusão do verde e do vermelho com laser dessas cores. Eles perceberam as relações e eu pedi que anotassem em seus cadernos as conclusões.</p>
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		<title>(G1) Relato ESEFC &#8211; Simone Sobiecziak &#8211; Segunda aula</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2014 19:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
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		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda aula aconteceu de maneira muito produtiva para mim. Ela foi mais dinâmica do que a primeira, pois eu utilizei dois experimentos e um simulador, o quadro e slides. O início da aula aconteceu relembrando a última aula, eu tinha passado um vídeo para eles sobre a evolução do pensamento dos cientistas e da<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1378">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda aula aconteceu de maneira muito produtiva para mim. Ela foi mais dinâmica do que a primeira, pois eu utilizei dois experimentos e um simulador, o quadro e slides.</p>
<p>O início da aula aconteceu relembrando a última aula, eu tinha passado um vídeo para eles sobre a evolução do pensamento dos cientistas e da história a respeito das teorias e da história da luz, o filme foi muito interessante e fechou com tudo que nós tínhamos discutido anteriormente..</p>
<p>Os alunos fizeram muitas anotações em seus cadernos do que viram no filme e discutimos aspectos sobre como a ciência é feita e como os cientistas fizeram a ciência no decorrer dos tempos. Os alunos colocaram considerações a respeito do papel da igreja na construção do conhecimento e no desenvolvimento da pesquisa, também comentaram a respeito de algumas teorias que acharam &#8220;engraçadas/estranhas&#8221; que os físicos elaboraram no passado a respeito da luz (como por exemplo aquela em que diz que existe partículas de luz que ejetam do olho em forma de farol e assim o observador consegue enxergar), eles também falaram do papel dos filósofos e astrônomos na constituição da teoria física (isso ficou bem claro no filme) e o mais importante foi que eles conseguiram perceber o Newton na história da Luz, eles falaram dos trabalhos de Newton e comentaram que ele conseguiu reproduzir um arco-íris cuspindo água contra uma janela iluminada pelo sol. A partir deste momento eu comecei a fazer as interações discursivas, pois eles tinham chegado no ponto em que eu queria que era a formação de todas as cores pela luz branca.</p>
<p>Então comecei perguntar a eles, como que Newton conseguia reproduzir este arco-íris, para que eles pudessem me responder que era por causa da luz do sol. Também aproveitei o momento e comentei sobre o papel deste experimento de Newton para a igreja, que não aceitou a ideia, pois dizia que o arco-íris era um sinal de Deus. E ao final perguntei ainda, depois de todas as discussões afinal, como enxergamos as coisas, para que ficasse claro a eles que a luz reflete e assim conseguimos enxergar. Para concluir entreguei um texto adaptado do filme e de um artigo para eles terem as principais ideias registradas.</p>
<p>Logo depois das discussões eles me falaram que a luz do sol era composta por todas as cores, e era a luz do sol a responsável pelo arco-íris.</p>
<p>Pelo fato de não ter sol eu levei uma lanterna para a sala de aula e apontei ela para o prisma para tentar decompor as cores, mas a lanterna era de led, e não funcionou.</p>
<p>Então levei um prisma e uma lupa para a sala e pedi que eles apontassem para a lâmpada, para poderem perceber realmente que a luz branca conseguia se reproduzir em todas as cores.</p>
<p>Depois do experimento pedi a eles que fizessem as considerações sobre o experimento e as discussões no caderno, para que depois quando fizéssemos a avaliação eles pudessem ter material para estudar. (já que estivemos trabalhando com slides e filmes e eles não têm computador em casa para poder levar e estudar).</p>
<p>Então pedi um trabalho para a próxima aula (elaborei o trabalho em conjunto com a professora, uma nota parcial da compreensão deles sobre o assunto) &#8211; isso não constava no plano de ensino, mas achei muito interessante a ideia.</p>
<p>O trabalho que eles irão entregar na próxima quinta, é um relato com as próprias palavras sobre o que eles viram no filme e a relação do filme com o experimento do prisma que difunde todas as cores. Que ligação eles podem fazer com essas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>(G1) Relato ESEFC &#8211; Simone Sobiecziak &#8211; Primeira aula</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2014 18:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Sobiecziak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Campo]]></category>
		<category><![CDATA[G1]]></category>
		<category><![CDATA[HFC]]></category>
		<category><![CDATA[Lages]]></category>

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		<description><![CDATA[As primeiras duas aulas do estágio foram muito boas. Fiz algumas modificações no planejamento do ano passado, mas continuei com o mesmo tema. Na primeira aula eu trabalhei uma lista de tópicos sobre a natureza da ciência que o professor Peduzzi nos repassou em sua aula, utilizei as concepções alternativas dos alunos a respeito da<br /><span class="excerpt_more"><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/?p=1373">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/IMG_20140327_104152.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1397" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/IMG_20140327_104152-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>As primeiras duas aulas do estágio foram muito boas.</p>
<p>Fiz algumas modificações no planejamento do ano passado, mas continuei com o mesmo tema.</p>
<p>Na primeira aula eu trabalhei uma lista de tópicos sobre a natureza da ciência que o professor Peduzzi nos repassou em sua aula, utilizei as concepções alternativas dos alunos a respeito da imagem que eles tinham da ciência e do cientista. Conversamos sobre vários aspectos da ciência e do cientista.</p>
<p>Falei de como a ciência se desenvolveu no decorrer de longos anos, falei do papel dos filósofos na antiguidade, do papel dos astrônomos, e de algumas características da ciência de antigamente.</p>
<p>Fui pedindo a opinião deles a respeito dos tópicos, então eles responderam que, o cientista é alguém muito inteligente e que também é<a href="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/IMG_20140327_103937.jpg" rel='prettyPhoto[gallery1]'><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1391" src="http://henriquesilva.sites.ufsc.br/wordpress2/wp-content/uploads/2014/04/IMG_20140327_103937-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
louco por gostar de algo tão difícil, falaram que ser cientista, pesquisador ou físico é para poucos. Também comentaram que o cientista não erra nunca, que quando ele descobre uma lei ou teoria, ele é tão inteligente que descobre qualquer coisa que quiser. No decorrer da conversa eles também falaram que os físicos pensam sozinhos, que elaboram seus estudos e pesquisas sozinhos e que não são influenciados por nada, (querendo dizer que eles são neutros).</p>
<p>Quanto questionei sobre como fazer a ciência/pesquisa, eles falaram que tem uns passos que o cientista deve seguir, que ele observa, cria uma hipótese e depois prova através de um experimento.</p>
<p>Fui anotando no quadro, conforme segue a foto abaixo essas conclusões deles.</p>
<p>Depois das perguntas fui falando sobre cada uma das ideias deles a respeito da ciência, corrigindo e argumentando, ou seja, desmistificando a ciência para aqueles estudantes.</p>
<p>Nesse momento percebi que um dos objetivos da aula já havia sido cumprido pois, pelo tema &#8220;A utilização da HFC para a cultura científica em aulas de Física no Ensino Médio&#8221;, uma das características principais do trabalho é que os alunos percebam a ciência de maneira diferente da qual estão habituados, ou talvez da qual até a mídia repassa a eles.</p>
<p>No decorrer das nossas discussões, citei um episódio do CSI no qual o físico forense se coloca na situação de &#8220;Físico&#8221; e que faz &#8220;experimentos&#8221; para comprovar suas teorias sobre os crimes. O investigador (físico forense) joga bonecos do alto de um prédio e tira fotos quando eles caem no chão, examina possibilidades de ele ter sido jogado ou se jogado, então uma mulher se aproxima e questiona o método dele de jogar bonecos, então ele argumenta que ele segue esse método porque é um físico. Nesse episódio ele deixa evidente que para se fazer ciência existe um método, como se existisse uma receita com passos a serem seguidos para que a ciência aconteça e as descobertas existam.</p>
<p>Nesse contexto expliquei aos alunos que a mídia muitas vezes nos traz ideias e concepções erradas a respeito das coisas.</p>
<p>Depois dessa discussão, comentei sobre os outros tópicos da Natureza da Ciência:</p>
<p>- as observações não são neutras;</p>
<p>- as teorias e leis que temos hoje na ciência, podem mudar a qualquer momento e não existe verdade verdadeira neste contexto;</p>
<p>- concepções filosóficas, religiosas, culturais, éticas, influenciam o trabalho do cientista, desde os tempos mais remotos;</p>
<p>- A ciência está longe de se constituir em um empreendimento fundado em regras rígidas, imutáveis, (não existe um método exato ou uma receita para fazer ciência);</p>
<p>- A ciência (o empreendimento científico) é uma construção coletiva;</p>
<p>- A experimentação não tem apenas o papel de corroborar ou refutar teorias em sua forma final. Ela é parte integrante, e essencial, do processo de construção do conhecimento;</p>
<p>- O conhecimento não parte do nada – de uma tábula rasa – como também não nasce, necessariamente, da observação; seu progresso consiste, fundamentalmente, na modificação do conhecimento precedente. O ato de conhecer se dá contra um conhecimento anterior;</p>
<p>Com este último tópico abrimos mais uma discussão, a qual foi sobre o conhecimento evoluir ou ser substituído; e os alunos conseguiram entender os tópicos trabalhados e a questão da evolução e da substituição do conhecimento.</p>
<p>Fiquei muito feliz com os resultados alcançados nas discussões com os alunos e percebi que eles também conseguiram entender a mensagem que eu estava mediando.</p>
<p>Ao final, concluo que da primeira para a segunda aplicação do estágio houve uma melhora significativa em meus planejamentos e na maneira de dar aula com o mesmo tema. Isso contribuiu muito para a minha formação acadêmica e profissional.</p>
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